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dc.creatorDiana Maria Leite da Cunha Russo
dc.date.accessioned2025-11-12T21:12:07Z-
dc.date.available2025-11-12T21:12:07Z-
dc.date.issued2020-05-20
dc.date.submitted2020-04-07
dc.identifier.othersigarra:414386
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/128721-
dc.descriptionIntrodução: O cancro colorretal é o terceiro cancro mais comum no mundo, com cerca de 15% destes tumores associados a instabilidade de microssatélites, conferindo-lhes características distintas, tanto clinico-patológicas quanto na resposta ao tratamento. De fato, a má resposta à quimioterapia nesses tumores levou à investigação de novas terapias, sendo a imunoterapia a mais bem-sucedida até hoje. O foco deste artigo de revisão é avaliar a resposta do cancro colorretal com instabilidade de microssatélites ao bloqueio de PD-1, bem como os mecanismos por detrás dessa resposta. Métodos: Foi realizada uma pesquisa na PubMed, resultando na inclusão de 47 artigos. Resultados: A instabilidade de microssatélites resulta num grande número de neoantigénios, levando a um microambiente imune do tumor altamente ativo, principalmente devido às células T. Para contrabalançar esta ativação imune, há uma sobre-expressão de PD-1 nestes tumores, atuando como um "travão" para as células do sistema imunológico, facilitando o crescimento do tumor e metastização. Essa sobre-expressão torna esses tumores excelentes candidatos ao tratamento com bloqueio do PD-1, demonstrado em diversos ensaios clínicos, nos quais a taxa de resposta e de sobrevida livre de progressão foram maiores do que as observadas nos tumores sem instabilidade de microssatélites. Conclusão: Com a relevância do cancro colorretal com instabilidade de microssatélites, novos tratamentos são necessários. Assim, o bloqueio do PD-1 é um tratamento promissor para o cancro colorretal com instabilidade microssatélites, com melhoria nas taxas de sobrevida e um melhor prognóstico destes doentes.
dc.description.abstractIntroduction: Colorectal cancer is the third most common cancer worldwide, with about 15% of these tumours related with microsatellite instability, which confers distinct characteristics to these tumours, both clinicopathological and in the response to treatments. In fact, the poor response to chemotherapy in these tumours has led to the investigation of new treatments, with immunotherapy being the most successful one to date. The focus of this review is to assess the response of microsatellite unstable colorectal cancer to PD-1 blockade, and the mechanisms behind that response. Methods: A PubMed research was conducted, resulting in the inclusion of 47 articles in this review. Results: Microsatellite instability results in a high neoantigen load, leading to a highly active immune microenvironment of the tumour, mainly due to T cells. To counteract this, there is an upregulation of PD-1, acting as a "brake" for immune cells, facilitating tumour growth and metastasis. This upregulation makes these tumours great candidates for treatment with PD-1 blockade, as seen in many clinical trials, where the overall responses and progression free survival rates were higher than those observed in microsatellite stable tumours. Conclusion: With the importance of colorectal cancer with microsatellite instability new treatments are necessary. Therefore, PD-1 blockade is a promising treatment for colorectal cancer with microsatellite instability, with improvement in survival rates and a better prognosis for these patients.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectMedicina clínica
dc.subjectClinical medicine
dc.titlePD-1 blockade as a future treatment for colorectal cancer with microsatellite instability
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.doi10.34626/59th-cr11
dc.identifier.tid202613259
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde::Medicina clínica
dc.subject.fosMedical and Health sciences::Clinical medicine
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Medicina
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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