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dc.creatorMalato, Maria Luísa
dc.date.accessioned2022-09-10T17:12:52Z-
dc.date.available2022-09-10T17:12:52Z-
dc.date.issued2017
dc.identifier.othersigarra:368379
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/124439-
dc.description"Estranham-se aqui alguns poemas de Horácio Costa, escritos diretamente em inglês ou espanhol. Mas sobretudo os que misturam palavras em português, inglês, espanhol, japonês, por vezes num único verso: "I want to be Beatrice Arnolfini". Ele vem: "Olha o batuque, nêgo. Você vem em nossa direção,/ somos teu banquete, dervixes inanes propiciando allahs./ Você vem. Not with a bang but a whimper" (Costa, 2004: 177 e 61)... Estranham-se (ainda, apesar da memória dos modernistas brasileiros) porque o mundo de Horácio Costa é policêntrico. E o mundo que vemos crescer à nossa volta é por vezes estranhamente egocêntrico. Ora esse egocentrismo é compreensivelmente "natural" ao passo que o policentrismo de Horácio Costa é conscientemente "artificial", resultado da arte. Ele é amorosamente construído, como se fosse uma Babel."
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofSobre o Olhar Ciclópico: Leituras da Obra de Horácio Costa
dc.rightsopenAccess
dc.subjectHumanidades
dc.subjectHumanities
dc.titleAmar Babel: a poesia de Horácio Costa e as fronteiras do Conhecimento
dc.typeCapítulo ou Parte de Livro
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
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