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https://hdl.handle.net/10216/123954Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Mariana Louro Silva | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-11T19:58:29Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-11T19:58:29Z | - |
| dc.date.issued | 2019-11-12 | |
| dc.date.submitted | 2019-11-20 | |
| dc.identifier.other | sigarra:365673 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/123954 | - |
| dc.description | A esquizofrenia é uma doença do foro psiquiátrico que resulta de uma desconexão cerebral, principalmente entre as regiões frontais e temporais, onde a comunicação entre os neurónios se encontra comprometida o que, consequentemente, gera os sintomas característicos da doença. Neste sentido, o propósito da presente investigação é a tentativa de construção de um fenótipo eletrofisiológico da esquizofrenia, isto é, procurar saber qual o padrão de comunicação neuronal presente. Para tal, as métricas utilizadas são a coerência - que mede a comunicação entre duas regiões cerebrais - e a fase - que permite observar a direção deste fluxo e a sincronização cerebral, analisando também as bandas de frequência em cada uma das métricas. A investigação foi realizada com uma base de 26 sujeitos, todos com quadro clínico de esquizofrenia. Os dados desta base foram comparados com a base normativa do Neuroguide. Os resultados indicam que as regiões cerebrais mais afetadas em indivíduos com esquizofrenia são as regiões frontais, mas também as regiões posteriores, afetando essencialmente a comunicação entre o córtice pré-frontal e o lobo occipital e parietal, em predomínio no hemisfério direito, e ainda a linha média. Quanto às bandas de frequência, todas se encontram alteradas, com supremacia das bandas teta, beta e highbeta, o que indica que são maioritariamente as bandas rápidas que apresentam maior número de alterações. Verifica-se, também, um padrão de hipocoerência nas regiões frontais e de hipercoerência nas regiões posteriores, contrariamente ao padrão exibido pela fase, onde há um aumento de atraso de fase nas regiões frontais e diminuição nas regiões posteriores. Em conclusão, os indivíduos com esquizofrenia apresentam dificuldades não só na transmissão de informação entre duas regiões cerebrais, como também alterações na direção do fluxo dessa informação. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | restrictedAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | Fenótipo eletrofisiológico da esquizofrenia | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/cwhx-9b33 | |
| dc.identifier.tid | 202312135 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Aparece nas coleções: | FPCEUP - Dissertação | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 365673.pdf Restricted Access | Fenótipo eletrofisiológico da esquizofrenia | 592.1 kB | Adobe PDF | Ver/Abrir |
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