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dc.creatorVera Lúcia Monteiro Neto
dc.date.accessioned2025-11-11T12:31:34Z-
dc.date.available2025-11-11T12:31:34Z-
dc.date.issued2019-11-14
dc.date.submitted2019-11-20
dc.identifier.othersigarra:365683
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/123936-
dc.descriptionO cancro da mama é uma realidade muito presente na sociedade portuguesa, acarretando não só implicações no domínio da saúde física, como também impondo sérios entraves à saúde psicológica das pacientes, sendo assim essencial caracterizar a adaptação psicológica destas. Este estudo visa validar a Psychological Adaptation Scale (PAS), de Biesecker, et al. (2013), com recurso à versão portuguesa de Jonsson (2018), numa amostra de 98 mulheres diagnosticadas com cancro da mama, que responderam a um questionário sociodemográfico e clínico e às versões portuguesas da PAS, do World Health Organization Quality of Life, do Functional Assessment of Cancer Therapy - General, do Functional Assessment of Chronic Illness - Spiritual Well-being e da Escala de Ansiedade, Depressão e Stress. Esta escala revelou uma estrutura fatorial diferente da versão original, apresentando 3 subescalas, a subescala "Eficácia do Coping e Autoestima", a subescala "Integração Social" e a subescala "Bem-Estar Espiritual". A PAS apresentou validade externa ao revelar correlações positivas e significativas com a qualidade de vida, o bem- estar e o bem-estar espiritual e correlações negativas e significativas com a ansiedade, depressão e stress. Mostrou-se também um instrumento fiável apresentando alfas de Cronbach superiores a 0.85 para a escala total e para as suas subescalas. Relativamente aos valores da PAS obtidos nesta amostra o valor médio de adaptação encontra-se acima do ponto médio da escala total. Para além disso evidenciaram-se níveis de adaptação psicológica mais elevados e estatisticamente significativos nas mulheres com companheiro/a quer na escala total quer nas suas subescalas. As mulheres com acompanhamento psicológico, também evidenciaram níveis médios mais elevados e estatisticamente significativos de integração social, comparativamente com mulheres que não o receberam. Concluímos assim que a PAS se apresenta como um instrumento pertinente para a caracterização do processo adaptativo destas doentes oncológicas.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleA adaptação psicológica em mulheres com cancro da mama
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/mphc-s567
dc.identifier.tid202312356
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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