Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/123728
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dc.creatorRaquel Elisa Pereira
dc.date.accessioned2025-11-06T11:05:10Z-
dc.date.available2025-11-06T11:05:10Z-
dc.date.issued2019-11-12
dc.date.submitted2019-11-14
dc.identifier.othersigarra:364559
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/123728-
dc.descriptionA estimulação cognitiva oferece um envolvimento em grupo numa variedade de atividades que proporcionam melhorias no funcionamento cognitivo e social de pessoas com demência e défice cognitivo ligeiro (DCL). A evidência empírica demonstra que indivíduos que permanecem dinamicamente envolvidos em atividades cognitivas, apresentam melhorias no funcionamento cognitivo global e na qualidade de vida (Spector et al., 2003). No entanto, não existe evidência relativa a eventuais ganhos em funções cognitivas específicas como as funções executivas. Este estudo pretende avaliar a eficácia do programa de estimulação cognitiva ImproveCog, implementado em contexto hospitalar ao longo de 3 meses, na cognição global e funcionamento executivo de pessoas com DCL e demência de Alzheimer (DA). Para tal, procedeu-se à comparação do desempenho de pacientes que participaram no programa (n = 29; grupo experimental) e de pacientes que não participaram (n = 11; grupo de controlo passivo), através dos resultados obtidos nos dois momentos de avaliação pré e pós intervenção (T1 e T2). Os resultados demonstraram que nas medidas de cognição global (MMSE e MoCA), o grupo de pacientes que não foi alvo de estimulação cognitiva piorou significativamente. Ainda que se tivessem observado ganhos do ponto de vista clínico nos pacientes alvo do programa, as diferenças não foram estatisticamente significativas. Relativamente às funções executivas (IFS, FV, BADS, Stroop e TMT), as diferenças apenas foram significativas nas medidas de fluência verbal semântica e fonémica, sendo que o grupo de pacientes alvo do programa melhorou significativamente. Adicionalmente, procedeu-se a uma análise de cariz exploratório para avaliar eventuais efeitos da idade e da escolaridade nos resultados obtidos com o ImproveCog. Observou-se que os pacientes mais velhos (70 aos 89 anos; n = 18) e com maior escolaridade (5 a 11 anos completos; n = 11) apresentaram ganhos significativos na medida breve de funcionamento executivo (IFS). O presente estudo, inserido num projeto de investigação mais vasto, contribui para demonstrar que os programas de estimulação cognitiva são intervenções eficazes e desejáveis, chamando a atenção para a importância do rastreio precoce e implementação dos programas em todos os contextos de saúde.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleImpacto do programa de estimulação cognitiva ImproveCog no funcionamento executivo e cognição global de idosos com défice cognitivo ligeiro e demência
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/f9yk-mz47
dc.identifier.tid202302750
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Temas de Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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