Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/123627
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dc.creatorRibeiro, Vasco
dc.date.accessioned2022-09-09T22:05:59Z-
dc.date.available2022-09-09T22:05:59Z-
dc.date.issued2019
dc.identifier.othersigarra:363767
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/123627-
dc.descriptionCom a invenção da impressão rotativa, nos inícios do século XIX, os jornais começaram a ter uma circulação que lhes permitia propagar mensagens de forma regular e profusa. Nascia a penny press e com ela surgia uma atividade que produzia narrativas informativas com a mistura de factos de fantasia e que resultava em artigos e chamadas à primeira página compostas por imagens cómicas e coloridas. Na mesma altura, e a par com este modelo primitivo de jornalismo que ficou conhecido como yellow journalism, nascia também uma outra ocupação profissional que se encarregava de promover circos, teatros, escritores, empresários, igrejas e políticos - a press agentry.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofComunicação política
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCiências da comunicação
dc.subjectCommunication sciences
dc.titleA assessoria de imprensa como atividade propagandística: análise à mutação da denominação dos profissionais da promoção mediática entre 1851 e 1999
dc.typeCapítulo ou Parte de Livro
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.identifier.doi10.26619/978-989-8191-99-1.4
Appears in Collections:FLUP - Capítulo ou Parte de Livro

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