Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/121043
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dc.creatorAna Isabel Bento Rodrigues
dc.date.accessioned2025-11-12T09:38:36Z-
dc.date.available2025-11-12T09:38:36Z-
dc.date.issued2019-07-01
dc.date.submitted2019-07-09
dc.identifier.othersigarra:341630
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/121043-
dc.descriptionPartindo da constatação da natureza limitada do conhecimento existente acerca dos formadores de formadores, a presente investigação apresenta como objetivo explorar as perceções destes relativamente à sua identidade profissional, à(s) forma(s) de acesso à função e a eventuais desafios profissionais que reconheçam impor-se, permitindo assim compreender as particularidades da sua atividade. Esta tipologia de formação, assim como os seus atores centrais (formadores de formadores), constituem-se como um meio privilegiado de intervenção nos sistemas socioprofissionais, pelo seu efeito multiplicador (IEFP, I.P., 2016), tratando-se, desta forma, de elementos estratégicos no desenvolvimento dos sistemas de Formação Profissional (Almeida, 2002), motivo que justifica a consideração deste subgrupo como objeto de estudo. Para que se atingisse o objetivo estabelecido, foi realizada uma investigação de natureza qualitativa, exploratória e não-experimental, através do estudo de caso simples embutido, considerando os formadores de formadores como o caso; e os oito participantes como as unidades de análise. A recolha de dados foi realizada através da análise documental e da entrevista semiestruturada individual, tendo-se procedido, posteriormente, à análise de conteúdo do material recolhido nas entrevistas, com recurso ao software Nvivo 11. Os resultados obtidos permitiram concluir que o acesso à função está revestido de informalidade, fazendo-se uso das redes de contacto da entidade formadora; e que esta atividade está associada à acumulação de diversas outras funções, no âmbito (ou não) da formação. Em respeito à andragogia, conclui-se que os formadores de formadores atribuem significado ao referente, dando enfâse à necessidade de motivar o aprendente adulto. Conclui-se ainda que os formadores de formadores se reconhecem a si próprios enquanto facilitadores da informação, recusando o seu papel de "magos" na aprendizagem. Já no que se refere aos desafios, os formadores de formadores apontam para a urgência de um novo Referencial e da reflexão acerca da lógica "low-cost" da formação de formadores e seus impactos, assim como para a necessidade (apenas autoimposta) destes profissionais reciclarem os seus conhecimentos e competências. Este trabalho pretende assim dar o mote para a criação uma reflexão alargada relativa ao atual sistema de formação de formadores e à(s) profissionalidade(s) dos agentes investidos na formação dos seus pares.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleFormadores de formadores: recursos, guias ou magos?: um estudo exploratório sobre a(s) identidade(s), perceções e desafios dos profissionais investidos na formação dos seus (futuros) pares
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/gcya-xq35
dc.identifier.tid202262235
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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