Please use this identifier to cite or link to this item:
https://hdl.handle.net/10216/121020Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Manuel Sérgio Arada da Fonseca | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-11T22:00:51Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-11T22:00:51Z | - |
| dc.date.issued | 2019-07-05 | |
| dc.date.submitted | 2019-07-09 | |
| dc.identifier.other | sigarra:341607 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/121020 | - |
| dc.description | O Relatório Anual de Segurança Ferroviária de 2018 publicado pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, IP (IMT) relata o registo de 727 pessoas colhidas mortalmente por comboios entre os anos de 2007 e 2017 em Portugal. Este número representa 243 mortes por acidente e 484 mortes caracterizadas estatisticamente como suicídio. Por esse motivo torna-se necessário investigar até que ponto os profissionais ferroviários envolvidos nestes incidentes críticos são afetados psicologicamente. Em Portugal um comboio de passageiros é composto por uma tripulação mínima de 2 elementos sendo um deles maquinista e outro o Operador de Revisão e Venda (ORV). Cabe a este último, em caso de incidente crítico, a prestação de auxílio através da chamada de meios de socorro e assegurar a segurança da circulação ferroviária no local. Neste sentido, procurou-se com este estudo experimental tentar perceber o impacto traumático na memória de longo prazo dos ORVs ao nível do esquecimento dirigido, resultante da exposição direta a estes acontecimentos. Os dados foram recolhidos recorrendo a uma amostra de 24 ORVs, associados do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial e Itinerante, que prestam serviço nos comboios urbanos do Porto (12 com participação direta em pelo menos uma vez neste tipo de ocorrência mortal e 12 sem qualquer registo de participação em nenhum tipo de incidente crítico ferroviário). Foram encontrados diferenças significativas ao nível da sintomatologia traumática, ansiedade e depressão. Os resultados obtidos em relação às provas de esquecimento dirigido e reconhecimento não revelaram diferenças significativas entre ambos os grupos. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | Impacto de incidente crítico no esquecimento dirigido: memória traumática na ferrovia em Portugal | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/4y7b-ma11 | |
| dc.identifier.tid | 202262545 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 341607.pdf | Impacto de incidente crítico no esquecimento dirigido: memória traumática na ferrovia em Portugal | 689.79 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.
