Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/121005
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dc.creatorAna Beatriz Sousa Gonçalves
dc.date.accessioned2025-11-05T04:31:38Z-
dc.date.available2025-11-05T04:31:38Z-
dc.date.issued2019-07-04
dc.date.submitted2019-07-09
dc.identifier.othersigarra:341627
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/121005-
dc.descriptionA prática de exercício físico tem inúmeras vantagens na saúde física e mental dos indivíduos. Considerando a sua importância, seria de esperar que os indivíduos praticassem mais exercício do que realmente o fazem. Assim, surge a necessidade de estudar aprofundadamente este comportamento, no sentido de melhor compreender quais os fatores que motivam a prática de exercício físico. Os principais objetivos do presente estudo eram, portanto, caracterizar a prática de exercício físico em estudantes portugueses do ensino superior e analisar o papel da motivação nessa mesma prática. Para além disso, num registo mais exploratório, examinou- se também a influência do Índice de Massa Corporal (IMC) e da satisfação com o IMC na motivação para praticar exercício físico, assim como o efeito mediador da motivação na relação entre o IMC e a satisfação com o mesmo e a prática de exercício físico. No presente estudo a motivação para a prática de exercício físico foi analisada tendo por base um modelo teórico - a Teoria do Comportamento Planeado. Participaram no estudo 554 estudantes do ensino superior português, com idades compreendidas entre os 17 e os 58 anos. Construiu-se para o efeito um instrumento que permitiu aferir a prática de exercício físico nos estudantes do ensino superior, o seu IMC e satisfação com o IMC assim como a sua motivação face à mesma. Os resultados mostraram que cerca de metade destes estudantes pratica exercício físico regular. O nível de motivação destes estudantes para a prática de exercício físico é elevado e a Teoria do Comportamento Planeado mostrou ser um modelo motivacional adequado na predição da intenção de praticar exercício físico e da sua prática efetiva. Por outro lado, os resultados sugerem que a motivação tem um efeito mediador significativo na relação entre a satisfação com o IMC e a prática de exercício físico. Como principais conclusões do estudo, apontam-se a influência inegável da motivação na prática de exercício físico e a enorme complexidade deste comportamento, que deverá continuar a ser estudado e promovido. No final do estudo, apresenta-se um conjunto de limitações e sugestões para estudos futuros no âmbito da compreensão da motivação face à prática de exercício físico.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleMotivação para a prática de exercício físico em jovens portugueses do ensino superior
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/fe5r-wf84
dc.identifier.tid202262200
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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