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https://hdl.handle.net/10216/118076Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Marlene Mónica Martins da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2025-08-13T23:14:44Z | - |
| dc.date.available | 2025-08-13T23:14:44Z | - |
| dc.date.issued | 2012-11-07 | |
| dc.date.submitted | 2019-01-02 | |
| dc.identifier.other | sigarra:305364 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/118076 | - |
| dc.description | A Educação Especial (EE) tem-se revelado um desafio a nível profissional para os Educadores de Infância (EI) uma vez que se trata de uma área que trabalha a diferença, a igualdade de oportunidades, a inclusão e a escola para todos. O conceito de Necessidades Educativas Especiais (NEE) surgiu da evolução de várias expressões utilizadas ao longo dos tempos. Um aluno com NEE é aquele que evidencia diferenças significativas no que respeita ao binómio capacidade/resultados e, por essa razão, necessita de serviços especiais para atender às suas necessidades educativas. A elaboração desta dissertação visou estudar as práticas de intervenção utilizadas pelos Educadores de Infância em alunos com NEE. Para tal foram feitas entrevistas semiestruturadas a dez Educadoras de Infância, no concelho de Ovar, distrito de Aveiro, para se conhecer e compreender os métodos de intervenção utilizados com estas crianças na sala de aula. Pela análise das entrevistas semiestruturadas verifica-se que a maioria das Educadoras de Infância possuem pouca formação superior no que respeita à Educação Especial. No que diz respeito à integração de crianças com NEE na escola regular todas as entrevistadas têm uma opinião positiva, isto porque a integração é um fator que diminui os preconceitos e que permite que todos aprendam a lidar com a diferença e a compreendê-la. A maioria das EI afirma que o sistema de ensino não está adequado para receber crianças com NEE, pelo facto de as escolas não estarem preparadas a nível de estruturas ou recursos humanos. Relativamente à existência de turmas heterogéneas, a maioria das EI tem dificuldades em lidar com esta situação, não pelo facto de existirem crianças com características diferentes, mas sim por existir um grande número de crianças. A planificação das atividades e estratégias é pensada de acordo com o nível de desenvolvimento de cada criança, tendo em conta os seus interesses e necessidades. O acompanhamento das crianças por parte de um profissional de EE é feito dentro das escolas, no entanto por vezes é feito fora da escola, dependendo do nível de NEE de cada criança. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Ciências da educação | |
| dc.subject | Educational sciences | |
| dc.title | A criança especial na escola regular: a primeira infância | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Ciências da educação | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Educational sciences | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado em Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 305364.pdf | A criança especial na escola regular: a primeira infância | 1.15 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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