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https://hdl.handle.net/10216/117166Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Sara Alexandra Ferreira Correia | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-05T10:16:24Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-05T10:16:24Z | - |
| dc.date.issued | 2018-11-14 | |
| dc.date.submitted | 2018-11-28 | |
| dc.identifier.other | sigarra:300943 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/117166 | - |
| dc.description | A relação com o animal de estimação é uma importante fonte de afeto. Os benefícios do contacto com animais estão amplamente estudados, inclusive na idade mais avançada. A entrada para uma instituição é uma das decisões mais difíceis na vida de um idoso, envolvendo perdas e corte de laços, incluindo com o seu animal de estimação. O presente estudo procura contribuir para uma compreensão do papel do animal na vida do idoso e da sua (possível) integração, em estruturas residenciais para idosos. Foi realizado um estudo qualitativo e de carácter exploratório, com recurso a entrevistas semiestruturadas. Participaram 35 indivíduos, de ambos os sexos, nomeadamente quinze idosos, onze técnicos e nove colaboradores. Os participantes idosos, seis homens e nove mulheres têm idades compreendidas entre os 66 e os 98 anos (M = 80,06; DP = 10,04). O grupo dos técnicos é constituído por 11 participantes, nove do sexo feminino e dois do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 24 e os 63 anos (M = 36,75 e DP= 10,24). Os nove colaboradores são todos do sexo feminino e com idades compreendidas entre os 22 e os 52 anos (M = 37,44 e DP= 10,99). Os resultados permitem concluir que para o idoso, o animal é como um membro da família ou um amigo. As principais vantagens em ter um animal de estimação são a companhia, a segurança física e emocional. Relativamente às desvantagens destacam-se o possível comportamento agressivo do animal e a transmissão de doenças. Perante uma eventual institucionalização, a maioria dos idosos manifesta vontade em levar o seu animal, contudo assume que as instituições não autorizam a entrada e permanência. Os profissionais reconhecem os benefícios da relação entre o idoso e o seu animal de estimação, no entanto revelam que as instituições não estão preparadas para os receber conjuntamente. As questões de saúde, logísticas e internas constituem os principais entraves apontados. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | "Um amor sublime": expetativas de idosos e profissionais, acerca da integração de animais em estruturas residenciais para idosos | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/3ja0-vv84 | |
| dc.identifier.tid | 202161021 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado em Temas de Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 300943.pdf | "Um amor sublime": expetativas de idosos e profissionais, acerca da integração de animais em estruturas residenciais para idosos | 1.18 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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