Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/116816
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorAndreia Filipa Claro Luís
dc.date.accessioned2025-11-06T09:13:34Z-
dc.date.available2025-11-06T09:13:34Z-
dc.date.issued2011-11-29
dc.date.submitted2018-11-15
dc.identifier.othersigarra:297783
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/116816-
dc.descriptionEm qualquer parte do mundo, a coragem é considerada uma das grandes virtudes humanas, um valor, que se evidencia em todo o percurso de vida do ser humano, ao ajudá-lo a enfrentar os desafios intra e interpessoais com que se vai deparando. Todavia, só muito recentemente, a coragem começou a ganhar relevância na comunidade científica, sendo abordada pela Psicologia Positiva que, embora reconheça a importância desta para o bem-estar do indivíduo, poucas investigações tem realizado neste âmbito. O presente estudo tem como objetivo principal explorar quais as perceções, representações e significações que os indivíduos atribuem à coragem e verificar se existem diferenças em função da idade e do género. Esta investigação contou com a participação de 152 sujeitos divididos em três grupos: 60 jovens, dos quais 24 são rapazes e 36 são raparigas, a frequentar o 11º e o 12º anos de escolaridade; 47 adultos, em que 20 são homens e 27 são mulheres, com idades compreendidas entre os 35 e os 49 anos; e 45 idosos, dos quais 18 são do sexo masculino e 27 são do sexo feminino, entre os 65 e os 89 anos de idade. Para a recolha de dados foi utilizado um questionário construído para o efeito, cuja informação foi tratada e interpretada com recurso à análise de conteúdo. De um modo geral, os resultados indicam que a coragem é percecionada como uma qualidade/virtude presente em todos os indivíduos, o que incita a pessoa para a ação, apesar do medo, a fim de alcançar os resultados desejados. É expressa numa forma mais instrumentalizada, permitindo aos mais jovens lutar pela concretização dos seus objetivos e, aos mais velhos, resistir perante as adversidades. A coragem torna-se, por isso, fundamental para a satisfação das necessidades de crescimento dos sujeitos, potenciando um maior sentido de competência e mestria nestes. Além disso, à medida que a idade avança, a coragem é caracterizada pela tomada de riscos de natureza psicológica, sendo o valor a força de carácter que melhor a define. Nas respostas sobre a existência de muitas ou poucas pessoas corajosas e de quem é o mais corajoso: o homem ou a mulher; o jovem, o adulto ou o idoso, verifica-se que, particularmente as mulheres e os idosos, tendem a identificar o seu homólogo como a pessoa mais corajosa.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleCoragem: um valor central da psicologia positiva
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/gb8k-4r95
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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