Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/116776
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dc.creatorTeresa Baldaque Sousa Soares da Silva
dc.date.accessioned2025-08-14T23:08:03Z-
dc.date.available2025-08-14T23:08:03Z-
dc.date.issued2011-12-13
dc.date.submitted2018-11-15
dc.identifier.othersigarra:297806
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/116776-
dc.descriptionEste estudo tem por objectivo contribuir para conhecer a forma como profissionais que acompanham crianças seguidas em Intervenção Precoce utilizam a Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, versão para crianças e Jovens (CIF- CJ; OMS, 2007) como base para a construção dos perfis de funcionalidade dessas crianças. Para tal realizou-se uma análise de conteúdo a de 20 Perfis de Funcionalidade de crianças a serem acompanhadas de Educação Especial, utilizando a técnica de análise documental com procedimentos sistemáticos e objectivos de descrição dos conteúdos, para inferir sobre o conteúdo e a forma como estão construídos estes perfis (Bardin, 2009 ). Com a introdução em Portugal dos Decretos Lei 3/2008 e 281/2009, ficou legislada a indicação da utilização de indicadores de funcionalidade obtidos por referência à CIF-CJ, de modo a documentar o perfil concreto de funcionalidade em alunos com Necessidades Educativas Especiais. Este perfil, sendo elaborado com base em avaliação efectuada, cobre diferentes dimensões nomeadamente aspectos relativos a funções e estruturas do corpo da criança, bem como as suas actividades e participação e os factores ambientais que funcionam como facilitadores ou como barreiras a essa participação em contextos naturais às suas actividades e participação, obtidos por referência à CIF-CJ. Para apoiar este processo de elaboração dos perfis de funcionamento das crianças com base nas dimensões da CIF-CJ, o Ministério da Educação lançou um "Manual de Apoio à Prática" (DGIDC, 2008), pelo qual a maioria dos docentes de educação especial e intervenção precoce parecem estar a orientar-se, tendo igualmente sido promovidos alguns encontros de formação acerca desta classificação, por parte da tutela, e tendo-se multiplicado o número de ofertas de formação dadas pelas mais variadas instituições (DGIDC, 2008). Tais formações variavam a nível dos conteúdos, da estrutura, bem como da extensão, não tendo havido uma formação alargada e uniformizada, o que implica que a realidade portuguesa em termos de formação técnica para utilização da CIF-CJ seja muito variada e com princípios diferentes. (Castro & Pinto, in prep.) Com este estudo, pretende-se analisar em que medida esta diversidade e/ou ausência de formação se reflecte na forma como são elaborados os Perfis de Funcionalidade analisados, nomeadamente o seu grau de individualização.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleIntervenção precoce: análise qualitativa de perfis de funcionalidade: um contributo da CIF CJ
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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