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https://hdl.handle.net/10216/116620| Author(s): | Inês Oliveira |
| Title: | Uma experiência vivida a dois: a vinculação amorosa, a (in)congruência entre avaliações de dor e as representações cognitivas e emocionais de indivíduos com dor crónica e seus companheiros |
| Issue Date: | 2011-11-21 |
| Description: | A Dor Crónica é um quadro doloroso que ultrapassa a função protetora do organismo e se mantém, para além do tratamento ou eliminação da ameaça inicial (Chapman, Nakamura & Flores, 1999) de forma recorrente e persistente, por mais de seis meses (Schwartz & Ehde, 2000). Este trabalho de investigação procurou compreender a atuação e correlação de três constructos inerentes à vivência da dor crónica na díade conjugal: a (in)congruência conjugal na avaliação da dor, a vinculação amorosa e as representações cognitivo-emocionais da dor. Para o efeito, recorreu-se à abordagem quantitativa, através de uma amostra de 92 participantes que formavam 46 casais, em que pelo menos um dos elementos apresentava dor crónica, - o paciente, sendo o outro designado de companheiro. A perceção de dor foi avaliada com base numa adaptação da versão portuguesa do West Haven-Yale Multidimensional Pain Inventory traduzida, adaptada e validada pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (MPI, Oliveira, Quartilho e Costa, 2009), a vinculação amorosa foi avaliada através da versão breve do Questionário de Vinculação Amorosa originalmente construído e validado por Matos, Barbosa e Costa no ano de 2001 (QVA, Matos, Cabral & Costa, 2008) e as representações cognitivo-emocionais através da versão portuguesa do Brief Ilness Perception Questionnaire adaptada da versão de Broadbent, Petrie, Main e Weinman no ano de 2006 (BIPQ, Oliveira, Quartilho & Costa, 2009). A análise dos dados recorreu a análises diferenciais, análises de correlações entre a (in)congruência conjugal na avaliação da dor, as dimensões da vinculação amorosa e as representações cognitivo-emocionais da dor e, posteriormente, análises de regressão múltipla das associações significativas encontradas. Os resultados sugerem uma prevalência da incongruência conjugal relativamente à avaliação da dor do paciente, que os pacientes apresentam menos confiança mas mais dependência, ambivalência e evitamento do que os companheiros, ainda que prevaleçam estilos inseguros em ambos os elementos da díade. Apesar de os companheiros também revelarem perceber a dor como uma experiência complexa, comparativamente com os pacientes percebem a dor como menos ameaçadora. E, de um modo geral, encontraram-se associações entre os constructos (in)congruência conjugal, dimensões de vinculação amorosa e as representações cognitivas e emocionais da dor. Verificou-se, ainda, a influência de algumas variáveis clínicas e sociodemográficas na avaliação das variáveis em estudo. |
| Subject: | Psicologia Psychology |
| Scientific areas: | Ciências sociais::Psicologia Social sciences::Psychology |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/116620 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação |
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| 297596.pdf | Uma experiência vivida a dois: a vinculação amorosa, a (in)congruência entre avaliações de dor e as representações cognitivas e emocionais de indivíduos com dor crónica e seus companheiros | 5.93 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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