Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/112923
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dc.creatorAndreia Raquel Alves Dias
dc.date.accessioned2025-11-10T12:28:54Z-
dc.date.available2025-11-10T12:28:54Z-
dc.date.issued2018-07-05
dc.date.submitted2018-07-13
dc.identifier.othersigarra:273629
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/112923-
dc.descriptionDesde 2002, com o Decreto-Lei nº31/02, que a autoavaliação tem vindo a integrar a realidade quotidiana das escolas, com o repto de fomentar a autorreflexão sobre o serviço educativo que prestam e promover a melhoria do mesmo. Contudo, por ser um processo complexo, e que requer o envolvimento de todos, é uma prática ainda pouco enraizada em algumas escolas. Neste sentido, a assessoria e monitorização ao serviço das equipas de autoavaliação (AA) revelam-se essenciais para a sustentabilidade de processos autoavaliativos, isto é, de uma cultura de autoavaliação. Esta importância deriva da potencialidade do apoio de alguém que, sendo exterior à instituição escolar, trabalha com os docentes, apoiando-os e orientando-os na definição de planos de trabalho e no desenvolvimento de ações de autoavaliação, fomentando a coesão, colaboração e ajudando a credibilizar o processo perante toda a comunidade escolar. Foi em torno deste foco que decorreu o meu estágio profissionalizante realizado no Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, situado em Vila Nova de Gaia, cujas ações desenvolvidas se dá conta no presente relatório. Neste documento é possível ver descrito, analisado, interpretado e, principalmente, refletido todo o percurso traçado ao longo dos oito meses de estágio. Enquanto estagiária, auxiliei a equipa de AA em ações/atividades, desde a definição de dimensões prioritárias a avaliar, à elaboração e aplicação de instrumentos de recolha de dados (inquéritos por questionário online e entrevistas) e posterior análise, interpretação e redação de relatórios. Ao longo desse trabalho mostreime disponível para trabalhar de forma colaborativa com as/os professoras/es e outros técnicos, mantendo-me vigilante perante as ações, não me sobrepondo na equipa, mas apoiando as tomadas de decisão. Para tal, importa lembrar o contributo dos saberes e dos referenciais teóricos das Ciências da Educação que sustentaram todas as ações e, tantas vezes, serviram de suporte às reflexões produzidas, evitando que o senso comum e a força da rotina quotidiana esbatessem um sentido crítico e científico necessário a uma ação com mais sentido e significado para os atores e contexto envolvidos.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectCiências da educação
dc.subjectEducational sciences
dc.titleAssessoria e monitorização ao serviço da autoavaliação em contexto escolar
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/2djy-5f22
dc.identifier.tid201970112
dc.subject.fosCiências sociais::Ciências da educação
dc.subject.fosSocial sciences::Educational sciences
thesis.degree.disciplineMestrado em Ciências da Educação
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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