Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/112861
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSara Filipa Ferreira Vasconcelos
dc.date.accessioned2025-11-08T01:50:32Z-
dc.date.available2025-11-08T01:50:32Z-
dc.date.issued2018-07-05
dc.date.submitted2018-07-12
dc.identifier.othersigarra:273365
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/112861-
dc.descriptionAtualmente vivemos num contexto caracterizado pela concentração de pessoas nos grandes centros urbanos, pela procura constante de melhores condições de vida e por um mercado cada vez mais exigente, o que faz com que os trabalhadores estejam imersos numa tensão persistente. Adicionalmente às exigências profissionais, a vida diária cruza a conciliação entre este domínio e a família, sendo que esta interação tem desafios particulares quando ambos os elementos de um casal estão empregados e possuem filhos. Esta temática tem atraído um crescente interesse dado quer trabalho quer a família remeterem para dimensões basilares da vida. Perante esta situação, as organizações têm-se empenhado no desenvolvimento de medidas e apoios à conciliação com vista a promover o bem-estar e produtividade dos seus colaboradores. Neste contexto, este estudo visa analisar a relação entre a exaustão emocional (uma das dimensões do Burnout) e a qualidade da relação parental e aferir o papel amortecedor dos apoios organizacionais (cultura organizacional apoiante e apoio do supervisor) nesta relação. Foram considerados 135 casais de duplo-emprego com filhos adolescentes com idades compreendidas entre os treze e os dezoito anos. Os resultados obtidos evidenciam uma associação entre os níveis de exaustão emocional e a qualidade da relação parental no caso das mulheres, no entanto esta associação não é moderada pelos apoios organizacionais estudados. Apesar disso, uma cultura organizacional apoiante e maior apoio do supervisor associa-se a maior qualidade da relação parental e a menor exaustão emocional. Os resultados apontam para um padrão diferencial de género no que toca às relações entre exaustão emocional e relação parental, tendo ainda se verificado que as mulheres apresentam maiores índices de exaustão emocional, mas também maiores índices de qualidade da relação parental do que os seus companheiros, não houve diferenças nos níveis de apoio organizacional e de apoio do supervisor. O presente estudo assume-se pertinente, tanto pela atualidade e relevância do tema como pelas caraterísticas da sua amostra.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleExaustão emocional e qualidade da relação parental com filhos adolescentes: o apoio organizacional como protetor
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/bake-3p37
dc.identifier.tid201970171
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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