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https://hdl.handle.net/10216/109204| Author(s): | Sara Alexandra Fonseca Diaquino |
| Title: | Aludir, Colidir e Iludir. O conceito de paródia na arquitectura |
| Issue Date: | 2017-11-24 |
| Abstract: | Among several theories, the most general and well known, for those who study and practice architecture, is its ubiquity. Architecture is present in everything and make relations with several dimensions and social practices outside its own, sets itself as a dimension open to the world and in consequence it is born for him. As soon as the universe is composed of two opposite measures, put side by side in each plate of its balance, architecture also lives on the balance of its own dichotomies and confrontations. Then, this dissertation explores the complexity of the relationship between those dichotomies, using for that the parody concept presented by Linda Hutcheon in her book A theory of parody - teachings from XX century art forms (1985). Parody is considered an imitation of a text with derogatory sense, however, though the concept could contain occasionally the ridicule factor, it can also be a respectful relationship between the reference and the novelty, a play of opposites that allows the evolution. This evolution that takes place through parody as transformation agent does not mean to discredit the original text. Also architecture can take the existent as base to transform into new realities. Such as parody can contain two senses (respectful and derogatory), architecture can collide and allude to several things while brings progress, and sometimes it can be the imitation of the tendencies of mass culture, living in the illusion of the progress. |
| Description: | De entre as várias teorias arquitetónicas, a mais universal e que é reconhecida na generalidade, por quem estuda ou exerce arquitetura, é a sua ubiquidade. A arquitetura está presente em tudo e, principalmente, estabelece relações com várias dimensões e práticas sociais externas a si, ela constitui-se como dimensão aberta ao mundo e em consequência é para ele que nasce. Uma vez que o universo se compõe por duas medidas opostas, colocadas respetivamente em cada prato da sua balança, também a arquitetura vive do equilíbrio das suas dicotomias e confrontos. Posto isto, a presente dissertação explora a relação complexa dessas dicotomias utilizando para isso o conceito de paródia apresentado por Linda Hutcheon no seu livro, Uma teoria da paródia - ensinamentos das formas de arte do século XX (1985). Aparentemente, a paródia parte da imitação de um texto com o sentido de o depreciar, porém, ainda que o conceito ocasionalmente ridicularize o seu texto base, pode ser uma respeitosa relação entre essa referência e a novidade, um jogo de opostos que permite a evolução. Essa evolução que ocorre através da paródia enquanto agente transformador não implica o desprestígio do seu texto base; assim, também a arquitetura pode ter por base o existente e transforma-lo tendo em vista novas realidades. Tal como a paródia pode conter dois sentidos (respeitoso e depreciativo), a arquitetura pode colidir e aludir a diversas realidades trazendo progresso à disciplina ou, pelo contrário, pode fi car-se pela imitação das tendências mais populares, vivendo apenas na ilusão do progresso. |
| Subject: | Artes Arts |
| Scientific areas: | Humanidades::Artes Humanities::Arts |
| DOI: | 10.34626/sa71-8d59 |
| TID identifier: | 202379205 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/109204 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FAUP - Dissertação |
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| 233562.pdf | Imaginários de linguagem arquitectónica | 6.75 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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