Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10216/109102
Author(s): José Pedro Gomes Coelho da Silva
Title: Arquitectura (ou) e revolução
Issue Date: 2017-11-15
Abstract: This work aims at reporting a research process on the architect as a spatial andpolitical agent, embodying and pointing answers to a set of personal concernsconstructed throughout the author's both academic and personal paths.The object of study is the everyday space as the locus of socializationand as the juxtaposition of the personal with the political. The processesof spatial production are analysed, keeping in mind their integration in thecapitalist and neoliberal productive system. We also seek alternatives that cansolve the problems these processes raise at the social, political, economic andenvironmental levels.The conclusion is that changing the productive method of spaceunleashes architecture's revolutionary potential. The responsibility for initiatingthis change rests with the architects, who must give up their monopoly onspatial practices. At the same time, they must help to identify and consolidate'alternative' practices, so that these are institutionally recognized and integrated.This is a defence of the convivial character of architecture as well asthe architect's political citizenship.
Description: O trabalho relata um processo de pesquisa sobre o arquitecto enquanto agenteespacial e político, dando corpo a (e apontando respostas para) um conjunto depreocupações pessoais construídas ao longo do percurso académico e pessoaldo autor.O objecto de estudo é o espaço quotidiano enquanto local desocialização e como sobreposição do pessoal com o político. Em análise estãoos actuais processos de produção espacial, integrados na lógica produtivacapitalista e neoliberal. Procuram-se, ainda, alternativas que sejam capazes deresponder aos problemas levantados por esses processos a nível social, político,económico e ambiental.Conclui-se que a alteração do método de produção do espaço permitelibertar o potencial revolucionário da arquitectura. A responsabilidade dedar início à mudança recai sobre os arquitectos, que devem abrir mão domonopólio sobre a prática espacial, e simultaneamente ajudar a identificar ea consolidar práticas 'alternativas', para que estas sejam institucionalmentereconhecidas e integradas.Defende-se, aqui, o carácter convivial da arquitectura bem como acidadania política do arquitecto.
Subject: Artes
Arts
URI: http://hdl.handle.net/10216/109102
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
232948.pdfArquitectura (ou) e revolução1.17 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.