Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/108520
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dc.creatorBruna Marisa da Cunha Pinho
dc.date.accessioned2025-11-05T16:46:47Z-
dc.date.available2025-11-05T16:46:47Z-
dc.date.issued2017-11-17
dc.date.submitted2017-11-21
dc.identifier.othersigarra:227326
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/108520-
dc.descriptionA prevalência da obesidade tem vindo a aumentar na maioria das sociedades. Dado se associar ao desenvolvimento de múltiplas condições de saúde, a investigação tem-se focalizado na compreensão da sua etiologia e dos fatores de manutenção. Pela interrelação com o circuito homeostático, o sistema de recompensa alimentar tem sido bastante explorado, tal como a restrição alimentar pelo risco acrescido de sobre-ingestão decorrente dos estados de privação alimentar. Desta forma, urge combinar em design longitudinal as várias medidas de avaliação que operacionalizam os referidos constructos. O presente estudo objetivou explorar as mudanças na responsividade à recompensa e na restrição alimentar após realização de cirurgia bariátrica, analisá-las, comparando-as com um grupo de controlo, e investigar a sua associação. Para o efeito, contou com a participação de 23 participantes, avaliados longitudinalmente antes e após realização de cirurgia bariátrica, de ambos os sexos, e com idades compreendidas entre os 27 e os 65 anos. Foi, ainda, constituído um grupo de controlo com 30 participantes sem obesidade, avaliados num único momento, de ambos os sexos, e com idades compreendidas entre os 21 e os 61 anos. Utilizou-se uma bateria de instrumentos de autorrelato para avaliar a responsividade à recompensa (fome hedónica, dependência alimentar, ingestão externa e emocional, e aceitação alimentar) e a restrição alimentar. Os resultados revelaram que, após cirurgia bariátrica, houve uma diminuição na responsividade à recompensa e na restrição alimentar. Antes da cirurgia, e tomando como referência o grupo de controlo, o grupo cirúrgico apenas diferia na dependência e restrição alimentares, e no índice de aceitação de alguns alimentos, apresentando valores médios superiores. Um ano após a cirurgia, a responsividade à recompensa alimentar no grupo cirúrgico era menor do que no grupo de controlo. Apenas as alterações ao nível da restrição alimentar e do índice de aceitação dos doces e da carne estiveram associadas à variação do índice de massa corporal. As mudanças na responsividade à recompensa alimentar e na disposição para o consumo de alimentos de elevada palatibilidade correlacionaram-se entre si. No geral, estes resultados são indicadores da influência da restrição e da recompensa alimentares na obesidade, bem como da eficácia da cirurgia bariátrica na sua atenuação.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleResponsividade à recompensa e restrição alimentar antes e após cirurgia bariátrica: um estudo longitudinal
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/9hxa-4m27
dc.identifier.tid201817560
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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