Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/108483
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dc.creatorMariana Filipa de Sousa Ferreira da Silva
dc.date.accessioned2026-01-12T12:11:14Z-
dc.date.available2026-01-12T12:11:14Z-
dc.date.issued2017-11-17
dc.date.submitted2017-11-20
dc.identifier.othersigarra:226729
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/108483-
dc.descriptionTem sido proposto que a memória para experiências e conteúdos relacionados com a vinculação sofre fortes influências das diferenças individuais de vinculação. Grande parte da evidência empírica é concordante na hipótese de que indivíduos mais evitantes utilizam estratégias defensivas recorrendo à desativação do sistema de vinculação, sendo que estas estratégias podem limitar a codificação de informações relacionadas com a vinculação e a sua recordação posterior. Deste modo, o presente estudo propõe analisar especificamente os prejuízos na memória de indivíduos com altas pontuações na escala de evitamento, com recurso à avaliação da sua capacidade de memória operatória para estímulos relacionados com a vinculação, emocionais e neutros. Com vista a cumprir o objetivo delineado, 180 estudantes universitários realizaram uma tarefa de amplitude de memória operatória - tarefa de amplitude de operações de Turner e Engle (1989). Os participantes foram distribuídos aleatoriamente por três tipos de condições experimentais: emocional, vinculação e neutra. As diferenças individuais de vinculação foram avaliadas através do Inventário Experiences in Close Relationships (Brennan, Clark, & Shaver, 1998). Os resultados obtidos não suportam as previsões do estudo, indicando que o desempenho de MO para os diferentes tipos de estímulos não está associado com o nível de evitamento apresentado pelos participantes. Cumulativamente, comparando os participantes com maior e menor evitamento, não foram encontradas diferenças significativas específicas na recordação de palavras relacionadas com a vinculação. O mesmo padrão de resultados foi evidenciado no que se refere à dimensão da ansiedade, tendo-se concluído que esta não se encontra associada ao desempenho de MO para estímulos relacionados com a vinculação. Contudo, importa destacar que este estudo apresentou resultados relevantes que apoiam a influência do conteúdo emocional na memória, tendo sido encontradas diferenças significativas no desempenho de MO entre as três condições experimentais. A este nível, os resultados revelaram uma vantagem na recordação de palavras emocionais comparativamente a palavras neutras e palavras relacionadas com a vinculação. Adicionalmente, os resultados indicaram que o envolvimento num relacionamento amoroso se traduz em menores níveis de ansiedade e evitamento.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleVinculação e memória: os efeitos da vinculação evitante no desempenho de memória operatória
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/z160-4982
dc.identifier.tid201761017
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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