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dc.creatorJoão Henrique Cardoso Peres
dc.date.accessioned2026-01-12T19:38:21Z-
dc.date.available2026-01-12T19:38:21Z-
dc.date.issued2017-11-13
dc.date.submitted2017-11-20
dc.identifier.othersigarra:226903
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/108470-
dc.descriptionA psicopatia corresponde a uma perturbação da personalidade que engloba um conjunto de particularidades distintas nas vertentes afetiva, interpessoal e comportamental, como por exemplo, a ausência de vínculos afetivos, a ausência de sentimentos de remorso e empatia, a impulsividade, a desconsideração pelo outro, a tendência a realizar o que se deseja sem que as considerações do indivíduo com a perturbação atravessem um filtro emocional, e a capacidade de manter a calma em situações de alta pressão. A literatura acerca do tema conecta a psicopatia ao défice no processamento de faces emocionais e na reatividade emocional, sendo que cada vez mais estudos começam a analisar as facetas da psicopatia utilizando amostras comunitárias, aceitando o pressuposto de que a psicopatia representa uma propriedade contínua e repartida por dimensões ao invés de uma propriedade categorial. O presente estudo examinou a contribuição das dimensões fenotípicas Boldness, Meanness e Disinhibition que resultam da conceptualização triárquica da psicopatia (Patrick, Fowles & Krueger, 2009) no que concerne à categorização emocional, e à atribuição de Ativação, Valência e Intensidade, para um conjunto de expressões faciais de Medo, Raiva, Alegria e neutras, numa amostra comunitária constituída por 28 indivíduos. Prevendo um efeito exclusivo da Boldness na categorização emocional e nas atribuições emocionais, e uma ausência de relação entre Meanness /Disinhibition e as nossas medidas, elaborámos três hipóteses: (1) Maior Boldness estaria associada a maiores erros na atribuição de categoria emocional; (2) Maior Boldness estaria associada a níveis de valência mais próximos do neutro nas respostas e a menores níveis de ativação e intensidade nas respostas; (3) Meanness e Dishinibition não estariam associadas às respostas emocionais dos participantes. Os resultados sugeriram que: maiores pontuações na subescala Boldness não estão associados a défice na categorização emocional, mas estão associados a atribuições de valência mais próximas do valor neutro, e a atribuições de valores mais baixos nas dimensões Intensidade e Ativação, o que poderá sugerir uma relação entre Boldness e hipo-responsividade emocional. Relativamente às dimensões Meanness e Disinhibition, os resultados sugeriram que estes dois fenótipos estão associados às respostas emocionais dos participantes, e que sujeitos com maiores níveis na subescala Disinhibition poderão evidenciar a presença de agressividade reativa a estímulos emocionais.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titlePsicopatia e o défice no processamento de expressões faciais de emoção: uma abordagem à luz do modelo triárquico da psicopatia
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/wfv6-tc84
dc.identifier.tid201758776
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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226903.pdfPsicopatia e o défice no processamento de expressões faciais de emoção: uma abordagem à luz do modelo triárquico da psicopatia1.21 MBAdobe PDFThumbnail
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