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https://hdl.handle.net/10216/108400| Author(s): | Rute Micaela Santos Moreira |
| Title: | Colaboradores presentes, mas ausentes?: a influência da (in)satisfação profissional e do significado do trabalho no presentismo |
| Issue Date: | 2017-11-13 |
| Description: | O trabalho constitui uma parte bastante significativa na vida dos indivíduos, sendo necessário promover o bem-estar dos colaboradores e a sua qualidade de vida, para que o desempenho e a produtividade aumentem (Monjardino, Amaro, Batista & Norton, 2016). Este estudo tem como objetivo compreender de que forma a satisfação/insatisfação profissional e o significado do trabalho estão relacionados com o presentismo dos colaboradores. Também perceber como o presentismo se relaciona de forma diferencial com diferentes variáveis sociodemográficas; adaptar a escala de satisfação com o trabalho à população portuguesa (EST, Meliá & Peiró, 1998); e reformular a escala do presentismo (SPS-6, Koopman e colaboradores, 2002; Ferreira, Martinez & Sousa, 2010), propondo a construção de novos itens. A amostra é constituída por 242 participantes detentores de um contrato de trabalho, estando dividida em três subgrupos de idades: de 18 a 25 anos (17.8%); de 25 a 35 anos (26.9%) e maiores de 35 anos (50.4%), sendo 109 participantes do sexo masculino (45.0%) e 132 participantes do sexo feminino (54.5%). Os resultados indicam que a análise dos valores da AFE da adaptação da EST à população portuguesa apresenta valores de qualidades psicométricas elevados, considerando-se que existe uma adequabilidade satisfatória. Foram, ainda, encontradas correlações negativas, embora baixas, entre a satisfação com o trabalho e o presentismo e, uma correlação positiva baixa entre o presentismo e o significado negativo atribuído ao trabalho. Os colaboradores mais novos e solteiros apresentam maior satisfação com os benefícios e políticas da organização e com o ambiente físico do trabalho. Já os colaboradores do setor terciário de atividade revelam-se mais satisfeitos quanto à supervisão do seu trabalho, quanto ao ambiente físico e mais satisfeitos intrinsecamente, do que os trabalhadores do sector secundário. Os colaboradores com contrato a termo revelam maior satisfação do que os colaboradores efetivos e de outro tipo de contratos. Para além disso, os colaboradores que trabalham menos horas estão mais satisfeitos com os benefícios e políticas da organização; os colaboradores menos escolarizados e os pertencentes ao setor secundário são os que apresentam maior presentismo psicológico. Refletem-se e discutem-se estes resultados à luz do estado da arte. Por fim, apresentam-se os principais contributos deste estudo, as suas limitações e sugestões futuras de investigação. |
| Subject: | Psicologia Psychology |
| Scientific areas: | Ciências sociais::Psicologia Social sciences::Psychology |
| DOI: | 10.34626/5f4p-f017 |
| TID identifier: | 201756862 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/108400 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação |
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| 226082.pdf | Colaboradores presentes, mas ausentes?: a influência da (in)satisfação profissional e do significado do trabalho no presentismo | 1.78 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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