Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/108270
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dc.creatorPriscila Assis Campos Vasconcelos
dc.date.accessioned2025-11-11T12:18:16Z-
dc.date.available2025-11-11T12:18:16Z-
dc.date.issued2017-11-14
dc.date.submitted2017-11-14
dc.identifier.othersigarra:225261
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/108270-
dc.descriptionA dor consiste num fenómeno multideterminado que se reveste de complexidade quando abordado em contexto sexual. A dor sexual feminina parece, assim, ter na sua origem, além de alterações fisiológicas e anatómicas, uma série de fatores cognitivos, emocionais e relacionais que contribuem para a um funcionamento psicológico menos adaptativo e uma menor qualidade de vida, em geral. O presente estudo teve, assim, como objetivo primordial, avaliar o papel de diferentes fatores psicossociais, tais como a auto-compaixão, a imagem corporal e a regulação emocional no funcionamento sexual de mulheres com dor sexual, outras problemáticas de natureza sexual e da população geral. Simultaneamente, pretendeu-se compreender o efeito preditivo destas variáveis na intensidade da dor, e na satisfação sexual e relacional das participantes que apresentaram dor sexual. Para o efeito, colaboraram neste estudo um total de 284 mulheres: 84 mulheres com dor sexual, 57 mulheres com outras disfunções sexuais, e 143 mulheres da população geral, sem qualquer dificuldade de natureza sexual. As participantes responderam a um questionário online, constituído por instrumentos de avaliação psicológica direcionados à avaliação das variáveis mencionadas. De uma forma geral, os resultados sugerem que as mulheres com dor sexual e com outras disfunções sexuais apresentam menor auto-compaixão, maior distração cognitiva com a aparência corporal em contexto sexual, mais dificuldades na regulação emocional e menor satisfação sexual, quando comparadas com as mulheres da população geral. Relativamente ao seu efeito preditivo, os resultados indicam que a auto-compaixão, a imagem corporal e a regulação emocional não têm impacto na intensidade da dor reportada pelas mulheres com dor sexual. Por outro lado, o isolamento na vivência de dor ou fracasso e a dificuldade no controlo dos impulsos emergem como preditores significativos da satifação sexual, enquanto a distração cognitiva com a aparência corporal contribui negativamente para a satisfação relacional das mulheres com dor sexual feminina. Assim sendo, o presente estudo reconhece o papel de fatores psicossociais ainda pouco abordados na temática da dor sexual feminina, na tentativa de sensibilizar os profissionais de saúde e contribuir para a reflexão sobre a avaliação e intervenção na dor sexual feminina.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleO papel da auto-compaixão, imagem corporal e regulação emocional na dor sexual feminina: o seu impacto na satisfação sexual e relacional
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/hekk-p246
dc.identifier.tid201758733
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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O papel da auto-compaixão, imagem corporal e regulação emocional na dor sexual feminina: o seu impacto na satisfação sexual e relacional2.27 MBAdobe PDFView/Open


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