Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/108261
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCatarina da Costa Ribeiro Rocha
dc.date.accessioned2025-11-12T08:30:02Z-
dc.date.available2025-11-12T08:30:02Z-
dc.date.issued2017-11-13
dc.date.submitted2017-11-14
dc.identifier.othersigarra:225244
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/108261-
dc.descriptionNão obstante as evoluções legislativas que se têm verificado no que diz respeito aos direitos civis das pessoas LGBT, o preconceito e a discriminação em função da orientação sexual e da identidade de género continuam a persistir. Considerando-se que o contexto escolar deve ser promotor do bem-estar e da saúde dos jovens, achou-se pertinente explorar a incidência deste preconceito no contexto educativo. Uma vez que os intervenientes do contexto educativo como os diretores, os professores e os funcionários deverão ser os principais responsáveis da transmissão deste bem-estar, pretendeu-se averiguar as atitudes dos mesmos no que diz respeito à diversidade sexual e de género, levando-se a cabo dois estudos. Sendo assim, o primeiro estudo teve como objetivo explorar os discursos de diretores/responsáveis de 24 escolas da região do Porto e Lisboa, de forma a analisar a sua perceção do clima escolar no que diz respeito à diversidade sexual e de género. Concluiu-se que nas escolas analisadas parece existir um clima maioritariamente heterossexista, fomentado frequentemente pelos próprios intervenientes escolares. A idade e o sexo, tanto dos emissores, como das vítimas, são também apontados como os principais preditores deste preconceito homofóbico e transfóbico. Observou-se ainda que, embora a maioria dos professores não pareçam fomentar a diversidade sexual e de género, as relações amorosas e a sexualidade/orientação sexual são as temáticas mais abordadas no currículo escolar. Num segundo estudo pretendeu-se explorar as atitudes face a lésbicas e gays de professores e funcionários (N = 111) de escolas da região do Porto. Os resultados sugeriram que o género do alvo do preconceito (gay vs. lésbica), o contacto interpessoal com pessoas não heterossexuais e a formação académica estão associados ao preconceito homofóbico. Ou seja, os homens têm maior tendência para atitudes discriminatórias perante gays do que perante lésbicas; já os indivíduos que têm contacto interpessoal com lésbicas e gays têm níveis inferiores de atitudes negativas relativamente a esta população. Por fim, também os professores, que exibem maior formação académica, demonstram atitudes menos homofóbicas comparativamente aos funcionários. Os presentes estudos sugerem que o preconceito homofóbico se encontra ainda bastante presente no contexto educativo, sendo o discurso vigorado nos estabelecimentos de ensino maioritariamente heterossexista, praticado pelos diversos intervenientes - estudantes, professores e funcionários.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleAtitudes face à diversidade sexual no sistema educativo português: um estudo exploratório
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/jf38-mx93
dc.identifier.tid201756838
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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