Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/106162
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dc.creatorÂngela Márcia Ferreira Petrus
dc.date.accessioned2025-11-11T06:59:20Z-
dc.date.available2025-11-11T06:59:20Z-
dc.date.issued2017-02-22
dc.date.submitted2017-08-10
dc.identifier.othersigarra:203542
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/106162-
dc.descriptionA análise da atividade dos maquinistas ferroviários, ancorada nos aportes teóricos da Ergonomia e da Ergologia, evidenciou como múltiplos condicionantes que cruzam a "rotina sobre os trilhos" revelam-se como aspectos de penosidade no cotidiano destes profissionais. Foi desenvolvida uma Análise Ergonômica do Trabalho (AET) (GUÉRIN et al., 2001) abordando 18 viagens de trens de carga com 21 maquinistas, no trecho da operação de uma ferrovia em Belo Horizonte, Minas Gerais. Situação que nos suscitou uma reflexão sobre: o que é a penosidade no trabalho? Como circunscrevê-la e defini-la? Qual estatuto epistemológico atribuir a este termo? Poderia ele assumir um estatuto de conceito em que plano epistêmico? Poderia ser associada a diferentes níveis de epistemicidade? Quais? E que implicações políticas retirar deste esforço de teorização a partir das condições de trabalho investigadas na rotina diária da operação de trens de carga, numa ferrovia brasileira, em Minas Gerais? A análise confrontou os achados empíricos com os avanços epistêmicos em vários campos na literatura especializada, sempre analisando criticamente o potencial das formulações encontradas com base nos pressupostos teórico-metodológicos da abordagem ergológica (SCHWARTZ, 2009). Este procedimento indicou que a penosidade no trabalho deve ser pensada em diálogo epistêmico, mas com aderência à atividade, sendo que o "debate de valores" manifestado no diálogo com os maquinistas constitui-se em um importante parâmetro a ser considerado, de modo contínuo, no âmbito das fases sucessivas do processo de reconhecimento da penosidade no trabalho. Finalmente, os resultados apontam que o debate sobre a penosidade não se esgota na investigação realizada, mas este estudo pode fundamentar um outro diálogo na direção de um reconhecimento efetivo, situado e sempre renovado acerca da penosidade.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleDa atividade de trabalho nos trilhos ao debate político e epistemológico sobre penosidade
dc.typeTese
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/rh0h-wz27
dc.identifier.tid101547323
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplinePrograma Doutoral em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level2
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