Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/105405
Author(s): Joana Filipa Alves Trindade
Title: O papel do arquitecto na construção do comum: intervenção pós-catástrofe
Issue Date: 2014-11-04
Abstract: AbstractWhen the built space ceases to exist, and only memory (idea) of thespace remains, the architect does not have the usual resources available, notbeing able to work thru direct observation. Thus the architectural project has alimbo as its birth, a place that belongs simultaneously to past and future butfrom them only carries ideas, fragments of abstract realities. From the past, itretains ideas of reality in the form of memories and, from the future, in theform of ambitions and claims.In this reconstruction process, who are supposed to be the interveningactors and what is the architect's role among them? Will the architect be just atool in the way to the problems resolution? Or will he be allowed the artisticfreedom in the way to the solution?Therefore, the highlight of this study leans over acknowledging thesteps of projecting process in searching of what is common to a certain group,in other words, the set of elements, practices and recognizable ambitions bythose who share the same built territory. In this search, how come the architect- most of the times, not being part of the affected group - manage the availableresources, evaluating the importance of each one of them and so enhancing itsreflection in the new built environment?How to identify what is common in a group? Is culture a set ofidentifiable phenomena in this process? What are the concepts behind"common", "collective" and "public"? Will the studying of behavior relationsbetween the individuals and their environment, be enough to ensure the successof the architectural work? Or, on the other hand, will its direct applicationrepresent purely a functional position of "fit and effect"? Can architecture beethnocide? How to evaluate the success of the architectural work?
Description: ResumoQuando o espaço construído deixa de existir, passando a existir apenasa memória (ideia) do lugar, o arquitecto não tem ao seu dispor os recursoshabituais, não podendo operar através da observação directa. Assim, o projectonasce num limbo; num espaço que pertence simultaneamente ao passado e aofuturo, mas que deles transporta apenas ideias, retalhos de realidadesabstractas. Do passado, retém ideias de realidade sob a forma de memórias e,do futuro, sob a forma de ambições e pretensões.Neste processo de reconstrução, quem deverão ser os actoresintervenientes e qual é o papel do arquitecto entre eles? Será o arquitectoapenas um instrumento no caminho para a resolução do problema? Ou ser-lheápermitida uma liberdade artística no caminho para a solução?O objectivo deste estudo prende-se, portanto, com o reconhecimentodos passos do processo de projecto na procura do que é comum a determinadogrupo, ou seja, do conjunto de elementos, práticas e ambições reconhecíveispor todos aqueles que partilham um mesmo território construído. Nestaprocura, como poderá o arquitecto - não pertencendo ele, na maioria das vezes,ao grupo afectado - gerir os recursos que tem ao seu dispor, avaliando aimportância de cada um deles e potenciando o seu reflexo no novo meioconstruído?Como se identifica aquilo que é comum a um grupo? Será a cultura umconjunto de fenómenos identificáveis neste processo? Qual o conceito por trásde "comum", "colectivo" e "público"? Será o estudo das relaçõescomportamentais entre os indivíduos e o seu meio, suficiente para garantir osucesso da obra arquitectónica? Ou por outro lado, representará a sua aplicaçãodirecta uma posição puramente funcionalista de "fit and effect"? Pode, aarquitectura, ser etnocida? Como avaliar o sucesso da obra arquitectónica?
Subject: Artes
Arts
Scientific areas: Humanidades::Artes
Humanities::Arts
TID identifier: 202377482
URI: https://hdl.handle.net/10216/105405
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

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