Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/105390
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dc.creatorBárbara Pontes do Carmo
dc.date.accessioned2025-11-12T04:14:41Z-
dc.date.available2025-11-12T04:14:41Z-
dc.date.issued2017-07-14
dc.date.submitted2017-07-17
dc.identifier.othersigarra:200481
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/105390-
dc.descriptionEste relatório de preparação para a docência em Ensino das Artes Visuais, dá a compreender como a partir do estágio e do ensaio que o acompanha, se repensa o potencial da prática pedagógica e do agente a esta associado. No estágio apalpa-se o chão e a cor, recordamo-nos dos referentes artísticos e da sua implicação no nosso gesto singular. Somos cada vez mais conscientes de que este é o campo da formação de um coletivo, que pensa o artístico e o científico, a razão e o sensível como uma mesma coisa. O professor e o aluno podem deixar de o ser por breves momentos, para se tornarem peões de um novo jogo, simultaneamente cúmplices e impulsores das relações do aprender e ensinar, do ver e fazer arte. Para além das sessões desenvolvidas na Escola Artística Soares dos Reis em torno da Cor como principal estímulo para o trabalho em conjunto com os estudantes, neste documento problematizo também a complexidade intrínseca à crise de referências, nos dias de hoje. Enfatizo a pertinência de aproximar o aluno e o professor ao coletivo intelectual de artistas, críticos e espectadores que constroem este campo epistemológico. Do eu para o nós é o ponto intermédio que questiona o equilíbrio deste jogo, a condição do indivíduo ao dispor-se por si e pelo coletivo, ou pelo coletivo com consciência de si. As experiências desenham-se como numa analogia de um ciclo difluente, um ciclo onde todos os fatores se derramam, como se compostos por elementos híbridos, para se revitalizarem sob outras formas, com outros sentidos. Tornarem-se por isso vida ao questionarem incessantemente a mesma através do processo dos seus feitos, como um coletivo em condição e potência de ser estudante, de se relacionar com as coisas sempre pela primeira vez, dadas as circunstâncias mutáveis do seu corpo e do mundo.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectOutras ciências sociais
dc.subjectOther social sciences
dc.titleCiclos difluentes: a crise de referências como disposição do coletivo
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/68e5-n345
dc.identifier.tid201727382
dc.subject.fosCiências sociais::Outras ciências sociais
dc.subject.fosSocial sciences::Other social sciences
thesis.degree.disciplineMestrado em Ensino de Artes Visuais no 3º. Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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