Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/105091
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dc.creatorFabiana Cristina Sacramento de Sá
dc.date.accessioned2025-11-10T07:35:43Z-
dc.date.available2025-11-10T07:35:43Z-
dc.date.issued2017-06-28
dc.date.submitted2017-06-30
dc.identifier.othersigarra:198301
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/105091-
dc.descriptionA sexualidade é uma componente multidimensional do desenvolvimento humano, refletindo-se numa necessidade de amor, intimidade e relações com os outros (Parchomiuk, 2012). No entanto, muitas são as pessoas que sofrem uma certa estigmatização relativa a esta temática (Rubin, 1984). A sexualidade é vista como sendo exclusiva de determinados grupos, tais como os de sujeitos sem deficiência (Esmail, Darry, Walter, & Knupp, 2010). Muitas vezes os indivíduos com deficiência assimilam conhecimentos sexuais graças à equipa que trabalha junto deles (Meaney-Tavares & Gavidia-Payne, 2012), por serem as pessoas com quem estes passam mais tempo. Tendo em conta as diferentes conclusões a que se foi chegando ao longo de diversas pesquisas, o principal objetivo deste estudo passa por compreender as atitudes dos/as profissionais que trabalham com estes indivíduos e quais as suas características pessoais. Trata-se de um estudo misto (Günther, 2006), de carácter transversal, exploratório e descritivo (Given, 2008). Recorreu-se à utilização dos itens do Attitudes to Sexuality Questionnaire (Individuals with an Intellectual Disability) e de dois itens retirados de uma dissertação de mestrado (Fernandes, 2014), no caso da análise quantitativa; e construiu-se uma entrevista semiestruturada, no que concerne à análise qualitativa. Os resultados obtidos permitiram aferir que, em geral, os/as profissionais visualizam com maior positividade tópicos interligados à Educação e Prevenção. Além disso, profissionais com idades e sexos desiguais não terão diferenças significativas nas suas atitudes; também o facto de ter ou não um familiar com deficiência não influencia as mesmas. Por outro lado, o nível escolar, a profissão e a formação em sexualidade têm efeito nas atitudes, sendo as duas primeiras características as que demonstram maior efeito. Como estudos futuros, sugere-se a aplicação das mesmas escalas aos pais e outros familiares destes indivíduos, tal como à população em geral. Também se propõe o acrescento e análise de mais características sociodemográficas (e.g., religião); e a análise de características não utilizadas, como o estado civil.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleA (des)complexificação de um mundo censurado: a sexualidade de indivíduos com diversidade funcional aos olhos dos/das profissionais
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/pz79-nh17
dc.identifier.tid201712849
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

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