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https://hdl.handle.net/10216/105040Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Laura Beatriz Martins Silva Meneses | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-08T02:57:30Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-08T02:57:30Z | - |
| dc.date.issued | 2017-06-30 | |
| dc.date.submitted | 2017-06-30 | |
| dc.identifier.other | sigarra:197926 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/105040 | - |
| dc.description | Num mundo em transformação, sobretudo devido à alteração da pirâmide etária com o aumento da esperança média de vida, torna-se crucial perceber as vivências destas pessoas que vivem mais nomeadamente ao nível da corporeidade. A imagem corporal como constructo multidimensional inclui aspetos negativos como a insatisfação corporal e aspetos positivos como apreciação corporal, perceção de aceitação do corpo pelos outros, flexibilidade psicológica corporal e alimentação intuitiva. O presente estudo tem como propósito alargar o conhecimento científico nesta área, abrangendo aspetos positivos e negativos de imagem corporal, através de dois objetivos: primeiro, relacionado com as análises preliminares de validação da Body Appreciation Scale (BAS-2; Tylka & Wood- Barcalow, 2015a) e o segundo analisar preditores, mediadores e efeitos da apreciação corporal em homens e mulheres com mais de 65 anos. Os resultados demonstram que a BAS-2 possui uma estrutura unifatorial e boas qualidades psicométricas, sendo uma medida viável para a população portuguesa, nomeadamente a mais velha. Relativamente ao segundo objetivo, concluímos que o modelo proposto demonstra o papel central da apreciação corporal pois é predita por perceção de aceitação do corpo pelos outros, prediz autoestima e é mediadora entre algumas variáveis. A experiência de imagem corporal nos idosos é diferente de outras faixas etárias já que a apreciação corporal não é predita pela insatisfação corporal, pelo índice de massa corporal (IMC) e pela flexibilidade psicológica corporal. Para além disso não prediz a alimentação intuitiva e a flexibilidade psicológica e não se constitui como mediadora entre imagem corporal negativa e positiva. Este estudo pode constituir-se como fomentador de novas pistas para a compreensão da vivência corporal na velhice, como fonte de bem-estar e satisfação pessoal e relacional, com todas as implicações que terá ao nível social e da prática clínica. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | A imagem corporal positiva nos mais velhos: proposta de um modelo integrativo | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/dq69-3x96 | |
| dc.identifier.tid | 201713152 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Aparece nas coleções: | FPCEUP - Dissertação | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 197926.pdf | A imagem corporal positiva nos mais velhos: proposta de um modelo integrativo | 700.06 kB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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