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Campo DCValorIdioma
dc.coverage.spatialPortopt_PT
dc.creatorSousa, Rui Fernando Gonçalves Teixeira dept_PT
dc.date.accessioned2009-05-15T11:42:49Zpt_PT
dc.date.accessioned2012-06-26T17:50:21Z-
dc.date.available2009-05-15T11:42:49Zpt_PT
dc.date.available2012-06-26T17:50:21Z-
dc.date.issued2000pt_PT
dc.identifier.other3395_TMpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/10005pt_PT
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Psiquiatria, área de especialização em Psiquiatria e Saúde Mental, apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractPartindo das teses de Griesinger, psiquiatra alemão do século XIX, o autor retoma a questão da Psicose Unitária e defende a natureza dimensional, unitária e hierárquica da psicopatologia.Para o efeito, socorre-se de alguns argumentos que fragilizam a dicotomia kraepeliniana e de outros que apoiam a hipótese unitária. De entre estes, elege o tema das mutações diagnósticas para o abordar do ponto de vista do método científico. Deste modo, apresenta um estudo retrospectivo de 20 anos que se debruça sobre todas as admissões efectuadas na Unidade de Internamento e no Hospital de Dia do Serviço de Psiquiatria do Hospital S. João e analisa os casos em que tenham ocorrido mutações entre os diagnósticos de Perturbação Afectiva, Perturbação Esquizoafectiva e Esquizofrenia. Estabelece uma distinção entre mutações diagnósticas e metamorfoses clínicas.Os resultados obtidos confirmaram a existência de mutações diagnósticas entre casos com os diagnósticos referidos, com uma frequência média de 2% (55 casos em 2776), ocorrendo, em média, aos 36 anos, 4 anos após o primeiro diagnóstico, sem diferenças significativas entre sexos. A análise dos critérios de mutação diagnóstica introduzidos neste estudo suportam o conceito utilizado. A Esquizofrenia é o diagnóstico com maior probabilidade de sofrer mutação. Ocorrendo mutação, o diagnóstico final mais provável é o de Perturbação Esquizoafectiva. Os resultados são mais favoráveis a um modelo de metamorfose clínica baseado na tese unitária.Em conclusão, este estudo não prova a existência da psicose unitária mas constitui um argumento a ter em conta na medida em que admite que o mesmo indivíduo, em diferentes momentos, possa adoecer de forma diversa daquela que seria de prever de acordo com o seu diagnóstico prévio. É pois de admitir que estes diferentes quadros clínicos não passem de diferentes expressões externas do mesmo sofrimento mental. Finalmente, a virtude maior deste trabalho reside mais nas questões que levanta do que nos res ...pt_PT
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherUniversidade do Porto. Reitoriapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.titleMutações diagnósticas : A Propósito da psicose unitáriapt_PT
dc.typeDissertaçãopt_PT
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina-
dc.identifier.doi10.34626/k5mb-rv42-
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level1-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/000000011544338X-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
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