Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10216/99853
Author(s): Mariana Duarte Gabriel Marques da Silva
Title: Mani-Polis-Acção: as mãos activas da cidade
Issue Date: 2015-11-02
Abstract: Considering the context of full re-emergence of the cities as strategicplaces since the middle of the twentieth century, it is assumed that the city,more than a centre of development, is essentially a place for experimentation and transformation. Its existence is therefore determined by an irreversible process in which it is inevitably subject to a series of mutations, stages and experiments.Each transformation undergone implies a special sequence of social,economic and environmental consequences and characteristics' regeneration.The prefixes metro-, mega-, megalo- and meta- allow the association ofdifferent qualities to the word pólis and identify four different stages of thecity's evolution, distinct from one another when it comes to nature, prevalence and dimension. However, because a city means more than its size and a mere agglomeration of heterogeneous, and not necessarily contiguous, urban territories, it is considered, for the purpose of this study, a metapólis, in the sense used by François Ascher which implies a much more multifaceted dimension of the city.Always bearing in mind the over-human dimensions of the city, the interventions in each of its fragments are only possible and should be made at the citizen's scale as well as at the architect's scale and their own hands. Their action plan and mobilization only takes place at this scale.The combination of these components where, who, how and what,which mean polis, hands and action, respectively, aims to find a balanced and positive result from its association. Therefore one can infer the expression mani-polis-action which, once combined, can become homogeneous with the word in a homophony way, as well as metaphorically and implicitly, to the manipulation method.
Description: Derivado de um contexto de plena re-emergência das cidades como lugares estratégicos desde meados do século XX, parte-se do pressuposto de que a cidade, além de um centro de desenvolvimento é, essencialmente, um local de experimentação e transformação. A sua existência está por isso determinada por um processo irreversível no qual é inevitavelmente sujeita a um acumular de mutações, estados e experiências.A cada transformação sofrida há uma sequência própria de regeneração de características e de consequências sociais, económicas e ambientais.Através dos prefixos metro-, mega-, megalo- e meta- são associadas diferentes qualidades à palavra pólis e identificados quatro diferentes estados de evolução da cidade, distintos entre si quanto à sua natureza, prevalência e dimensão.Mas porque a cidade compreende mais do que a sua grandeza e que uma mera aglomeração de territórios urbanos heterogéneos e não necessariamente contíguos, considera-se, para efeito do presente estudo, a cidade como metápolis, enquanto termo utilizado por François Ascher e tão representativode uma dimensão mais multifacetada da cidade.Tendo sempre presente as dimensões sobre-humanas que a cidade adquire, é em cada um dos seus fragmentos que se deduz uma intervenção tanto à escala do cidadão, como do arquitecto e das suas próprias mãos.Apenas nela é feita uma mobilização e se desenrola o plano das suas acções.Do somatório destes componentes onde, quem, como e o quê, que representam respectivamente a pólis, as mãos e a acção, procura-se encontrar um resultado equilibrado e benéfico da sua união. Assim da sua combinação se pode formar a expressão mani-polis-acção que, ao se aglutinar, tanto se homogeneíza de forma homófona à palavra, como se identifica metaforica e implicitamente a propósito, ao método da manipulação.
Subject: Artes
Arts
TID identifier : 201545578
URI: http://hdl.handle.net/10216/99853
Document Type: Dissertação
Rights: restrictedAccess
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

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