Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/9938
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.coverage.spatialPortopt_PT
dc.creatorLopes, Carla Maria de Mourapt_PT
dc.date.accessioned2009-05-15T10:21:54Zpt_PT
dc.date.accessioned2012-06-26T17:47:57Z-
dc.date.available2009-05-15T10:21:54Zpt_PT
dc.date.available2012-06-26T17:47:57Z-
dc.date.issued2000pt_PT
dc.identifier.other2734_TDpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/9938pt_PT
dc.descriptionDissertação de Doutoramento em Biologia Humana apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractIntrodução: A doença cardíaca isquémica permanece a primeira causa de mortalidade, morbilidade e perda evitável de anos de vida produtiva nos países com economias de mercado estabelecidas. As rápidas alterações nas taxas de mortalidade e morbilidade em algumas populações e o facto de as populações migrantes tenderem a apresentar as taxas do país de adopção sugerem que os factores ambientais e os estilos de vida são determinantes fundamentais da doença. As diferenças na frequência da doença cardíaca isquémica entre e dentro dos países podem ser compreendidas por especificidades sociais, económicas e culturais, relacionadas com estilos alimentares, hábitos tabágicos ou o exercício físico, que ultrapassam a heterogeneidade genética.Embora não se conheça no nosso país a frequência real da doença cardíaca isquémica, podemos supor que a incidência aparentemente mais baixa que a das populações do Norte da Europa ou dos Estados Unidos da América se relacione, por exemplo, com padrões alimentares próximos daqueles que são conhecidos como dieta mediterrânica ou com prevalências mais baixas dos factores de risco clássicos. O papel da alimentação na prevenção da doença coronária foi crescentemente explorado ao longo da segunda metade do século XX. Apesar de décadas de investigação, dominadas pela hipótese clássica da relação entre dieta e desenvolvimento dos processos ateroscleróticos, muitas questões permanecem por esclarecer, nomeadamente os efeitos a curto prazo da dieta nos eventos coronários de natureza aguda. Em particular, o papel das gorduras alimentares e dos seus componentes, ou dos antioxidantes permanece dos mais contestados. São questionáveis o tradicional efeito nocivo atribuído aos ácidos gordos saturados ou o efeito protector atribuído aos polinsaturados. Permanece também por esclarecer o efeito protector atribuído aos nutrientes antioxidantes, bem como se é diferencial em homens e mulheres, e se depende de outros factores de risco ou de outros factores alimen ...pt_PT
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherUniversidade do Porto. Reitoriapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.titleAlimentação e enfarte agudo do miocárdio : Estudo caso-controlo de base comunitáriapt_PT
dc.typeTesept_PT
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina-
dc.identifier.doi10.34626/bwah-rp23-
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level2-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/000000011544338X-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
Appears in Collections:FMUP - Tese

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2734_TD_01_C.pdfVolume 01 Cores73.67 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open
2734_TD_01_P.pdfVolume 01 Preto & Branco17.66 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.