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Campo DCValorIdioma
dc.coverage.spatialPortopt_PT
dc.creatorRodrigues, Marco António Correiapt_PT
dc.date.accessioned2009-05-15T09:47:46Zpt_PT
dc.date.accessioned2012-06-26T17:01:32Z-
dc.date.available2009-05-15T09:47:46Zpt_PT
dc.date.available2012-06-26T17:01:32Z-
dc.date.issued2000pt_PT
dc.identifier.other3156_TMpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/9914pt_PT
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Ciência do Desporto, área de especialização em Desporto para Crianças e Jovens, apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractNo conjunto das capacidades motoras, a força parece ser uma das que menos se trabalha no âmbito das aulas de Educação Física. Considerando a sua importância ao nível da saúde, bem-estar e qualidade de vida, nos rendimentos motores e desportivos, na aquisição da aptidão física, etc., este é sem dúvida um tema que nos merece grande atenção. Por isso, pretendemos evidenciar a treinabilidade da força nos jovens pubescentes, testando a eficácia de um protocolo de treino da força, nas condições da aula de Educação Física, durante 8 semanas à razão de 2 unidades semanais de treino. Este protocolo foi desenvolvido a partir de duas formas diferenciadas de trabalho com cargas contínuas e cargas descontínuas a partir do qual testámos também a eficácia de cada uma delas, no incremento desta capacidade. Por fim, analisámos a evolução dos ganhos de força no tempo, após três semanas de destreino. A amostra foi constituída por 73 alunos do 8º anos de escolaridade e de ambos os sexos, pertencentes à Escola EB 2,3/ S Dr. Daniel de Matos, em Vila Nova de Poiares (distrito de Coimbra), situados nos estádios maturacionais 3, 4 e 5 da Tabela de Tanner (1962). Foram constituídos seis grupos de trabalho: 2 de controle, 2 que trabalharam com cargas contínuas e 2 que trabalharam com cargas descontínuas (um por sexo). A partir da análise comparada das médias dos testes, pudemos constatar a existência de ganhos significativos de força em ambos os sexos; o trabalho contínuo mostrou-se mais efectivo no desenvolvimento da força; no trabalho com cargas descontínuas esses aumentos foram mais evidentes nos rapazes; e após o destreino, os rapazes perderam menos força que as raparigas. Podemos concluir que: é possível melhorar a força nas condições da aula de Educação Física, com apenas duas unidades semanais de treino e durante 8 semanas; os rapazes são mais fortes que as raparigas e apresentam uma treinabilidade maior do que elas, excepto nos sit-up s que é inferior e no arremesso da bola medic ...pt_PT
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherUniversidade do Porto. Reitoriapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.titleO Treino da força nas condições da aula de Educação Física : Estudo de alunos de ambos os sexos do 8º ano de escolaridadept_PT
dc.typeDissertaçãopt_PT
dc.contributor.uportoFaculdade de Desporto-
dc.identifier.doi10.34626/297d-y481-
thesis.degree.grantorFaculdade de Desporto-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level1-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/0000000106841837-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
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