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https://hdl.handle.net/10216/9908| Author(s): | Carvalho, Henrique José Cyrne de Castro Machado |
| Title: | Angioplastia coronária na angina instável : Implantação de Stents em lesões longas de vasos de pequeno calibre |
| Publisher: | Universidade do Porto. Reitoria |
| Issue Date: | 1999 |
| Abstract: | A cardiopatia isquémica secundária à aterosclerose coronária é uma das entidades clínicas com maior prevalência, representando a principal causa de doença cardíaca nos países industrializados. As suas formas de apresentação dependem do mecanismo fisiopatológico envolvido, da velocidade com que se processam as alterações que vão comprometer o fluxo coronário e das condições de circulação colateral presentes nessa altura. A caracterização fisiopatológica associada à forma de apresentação clínica, permitiu que se definissem dois grandes grupos na doença cardíaca isquémica: a angina estável e os síndromes isquémicos agudos. Nestes, é a rotura da placa e os mecanismos trombóticos a ela associados que desempenham o papel principal no comprometimento do fluxo coronário, enquanto que na primeira é o caracter obstrutivo da placa que determina essa condição. O reconhecimento da importância da rotura da placa aterosclerótica no desenvolvimento dos síndromes isquémicos agudos, permitiu que novos avanços tivessem sido concretizados na identificação das condições a ela associados, esclarecendo alguns dos mecanismos responsáveis pela sua origem, desenvolvimento e progressão. A angina instável representa um dos síndromes isquémicos agudos que mais tardiamente ficou definido, estudado e classificado. Contemplando formas de apresentação diversa, tem como denominador comum o agravamento das manifestações isquémicas, e associa-se a um prognóstico imprevisível, mas frequentemente pouco favorável. A percepção da imprevisibilidade do síndrome, associado à elevada percentagem de doentes que desenvolve enfarte do miocárdio ou morte súbita, justificam que estes sejam acompanhados de perto e tratados em ambiente hospitalar diferenciado. Actualmente, cerca de metade dos doentes admitidos nas unidades de cuidados intensivos coronários apresentam angina instável. A introdução da terapêutica antitrombótica mudou a história da evolução natural da angina instável, mas a manutenção de taxas ele ... |
| Description: | Dissertação de Doutoramento em Ciências Médicas apresentada ao Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar da Universidade do Porto |
| DOI: | 10.34626/67n6-zm44 |
| URI: | http://hdl.handle.net/10216/9908 |
| Document Type: | Tese |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | ICBAS - Tese |
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| 2646_TD_01_P.pdf | Volume 01 Preto & Branco | 17 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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