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dc.coverage.spatialPortopt_PT
dc.creatorCarvalho, Henrique José Cyrne de Castro Machadopt_PT
dc.date.accessioned2009-05-15T09:37:29Zpt_PT
dc.date.accessioned2012-06-26T17:46:46Z-
dc.date.available2009-05-15T09:37:29Zpt_PT
dc.date.available2012-06-26T17:46:46Z-
dc.date.issued1999pt_PT
dc.identifier.other2646_TDpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/9908pt_PT
dc.descriptionDissertação de Doutoramento em Ciências Médicas apresentada ao Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractA cardiopatia isquémica secundária à aterosclerose coronária é uma das entidades clínicas com maior prevalência, representando a principal causa de doença cardíaca nos países industrializados. As suas formas de apresentação dependem do mecanismo fisiopatológico envolvido, da velocidade com que se processam as alterações que vão comprometer o fluxo coronário e das condições de circulação colateral presentes nessa altura. A caracterização fisiopatológica associada à forma de apresentação clínica, permitiu que se definissem dois grandes grupos na doença cardíaca isquémica: a angina estável e os síndromes isquémicos agudos. Nestes, é a rotura da placa e os mecanismos trombóticos a ela associados que desempenham o papel principal no comprometimento do fluxo coronário, enquanto que na primeira é o caracter obstrutivo da placa que determina essa condição. O reconhecimento da importância da rotura da placa aterosclerótica no desenvolvimento dos síndromes isquémicos agudos, permitiu que novos avanços tivessem sido concretizados na identificação das condições a ela associados, esclarecendo alguns dos mecanismos responsáveis pela sua origem, desenvolvimento e progressão. A angina instável representa um dos síndromes isquémicos agudos que mais tardiamente ficou definido, estudado e classificado. Contemplando formas de apresentação diversa, tem como denominador comum o agravamento das manifestações isquémicas, e associa-se a um prognóstico imprevisível, mas frequentemente pouco favorável. A percepção da imprevisibilidade do síndrome, associado à elevada percentagem de doentes que desenvolve enfarte do miocárdio ou morte súbita, justificam que estes sejam acompanhados de perto e tratados em ambiente hospitalar diferenciado. Actualmente, cerca de metade dos doentes admitidos nas unidades de cuidados intensivos coronários apresentam angina instável. A introdução da terapêutica antitrombótica mudou a história da evolução natural da angina instável, mas a manutenção de taxas ele ...pt_PT
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_PT
dc.languageporpt_PT
dc.publisherUniversidade do Porto. Reitoriapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.titleAngioplastia coronária na angina instável : Implantação de Stents em lesões longas de vasos de pequeno calibrept_PT
dc.typeTesept_PT
dc.contributor.uportoInstituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar-
dc.identifier.doi10.34626/67n6-zm44-
thesis.degree.grantorInstituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar-
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto-
thesis.degree.level2-
dc.identifier.isnihttps://isni.org/isni/0000000406209614-
dc.identifier.rorhttps://ror.org/043pwc612-
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