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https://hdl.handle.net/10216/9750| Author(s): | Sousa, Américo José da Silva Martins |
| Title: | Proteinases aspárticas em flores de Cynara Humilis : Estudos de expressão durante o desenvolvimento floral |
| Publisher: | Universidade do Porto. Reitoria |
| Issue Date: | 2002 |
| Abstract: | As proteinases aspárticas (EC 3.4.23) são uma sub-subclasse de enzimas que se encontram amplamente distribuídas na natureza. Os estudos realizados descrevem-nas em animais, plantas, bactérias, fungos, retrovírus e vírus; onde desempenham diversas funções, desde a digestão de proteínas no sistema digestivo dos vertebrados até à clivagem de poliproteínas virais essenciais para a sua multiplicação. Estas enzimas têm sido objecto de intensa investigação dado o seu envolvimento em diversas patologias, como a malária, a SIDA, o cancro e a doença de Alzheimer, mas também pela sua importância na industria dos lacticínios.As flores de Cynara cardunculus e Cynara humilis, vulgarmente designadas por cardo, têm sido utilizadas ao longo de várias décadas no fabrico artesanal dos queijos de ovelha da Serra da Estrela, de Azeitão e de Serpa. A actividade coagulante dos extractos das flores é devida à presença de proteinases aspárticas. Actualmente, nas flores de C. humilis, apenas uma enzima foi identificada, caracterizada e denominada por ChAP (Cynara humilis Aspartic Proteinase). Esta enzima apresenta uma elevada homologia com a cardosina A. No presente trabalho, faz-se em primeiro lugar uma caracterização sucinta dos órgãos florais femininos; seguidamente, com base em técnicas de imunohistoquímica, descreve-se a localização da proteinase no gineceu e por fim analisa-se a expressão da proteína e do respectivo mRNA no pistilo ao longo do seu desenvolvimento, utilizando as técnicas de Western blotting e RT-PCR, respectivamente.Os dados de imunolocalização revelaram que a ChAP se acumula principalmente nos volumosos vacúolos das papilas estigmáticas e também, embora de um modo menos abundante, nos vacúolos das células de parênquima subepidérmico do estigma e da epiderme do estilete. Estes resultados mostram que a ChAP é, predominantemente, uma proteína vacuolar. A análise do Western blotting evidencia que a acumulação do zimogénio da proteinase, ao longo do desenvolvimento flor ... |
| Description: | Dissertação de Mestrado em Biologia do Desenvolvimento e Reprodução Vegetal apresentada à Faculdade de Ciências da Universidade do Porto |
| DOI: | 10.34626/cts8-6p84 |
| URI: | http://hdl.handle.net/10216/9750 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FCUP - Dissertação |
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| 4309_TM_01_C.pdf | Volume 01 Cores | 18.8 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
| 4309_TM_01_P.pdf | Volume 01 Preto & Branco | 4.47 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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