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dc.creatorJoão Marques Teixeira
dc.date.accessioned2018-10-31T01:38:07Z-
dc.date.available2018-10-31T01:38:07Z-
dc.date.issued2004
dc.identifier.othersigarra:82953
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/95134-
dc.descriptionO autor apresenta os resultados de um estudo sobre a delinquência auto-revelada numa amostra de 589 jovens do Grande Porto, onde foram analisados simultaneamente um conjunto de factores de risco e de protecção de modo a determinar a natureza das relações entre níveis aumentados de exposição ao risco, níveis aumentados de protecção e um conjunto de respostas comportamentais evidenciadas pelos adolescentes. Utilizando a versão portuguesa do International Questionnaire of Self-Reported Delinquency, o autor identifica alguns factores ainda não referidos na literatura, nomeadamente, a frequência de serviços de psiquiatria e o consumo de bebidas alcoólicas pela mãe, como factores preditores de comportamentos delinquentes nesta amostra. Para além disso, o autor conclui que o aumento do nível de exposição ao risco estava associado, de uma forma consistente, com uma maior prevalência de problemas comportamentais explorados neste estudo. O facto de os resultados sugerirem a inexistência de uma relação entre os níveis de risco e os níveis de protecção, indicando que estes dois tipos de factores actuam por vias independentes, vem contrariar a "hipótese do efeito tampão" sugerida por Rutter (1979) e por Landerman et al. (1989). Por outro lado, os dados deste estudo revelaram que os factores de risco são "preditores exclusivos" para os comportamentos transgressivos próprios da adolescência, enquanto que para os comportamentos de natureza criminal, os dois tipos de factores emergem como preditores desses comportamentos. Tendo em conta estes resultados o autor conclui que os programas de prevenção de comportamentos delinquentes não devem ser independentes dos comportamentos que pretendem prevenir, devendo dirigir-se especificamente aos factores que são preditores desses mesmos comportamentos. Isto é, deve-se passar da prevenção inespecífica para a prevenção específica no que se reporta aos comportamentos delinquentes.
dc.description.abstractThe author presents the results of a research concerning the self-reported delinquency in a sample of 589 adolescents living in Oporto. An analysis of risk and protector factors was conducted in order to determine the nature of the relations between high exposition to risk and the prevalence of behavioural problems. The fact that the results suggest no relation between risk and protection levels, indicating that these two types of factors act independently, is in opposition to Rutter and Landerman's buffering hypothesis. In addition, these results suggest that risk factors are exclusive predictors of adolescent transgressive behaviors, while risk and protector factors together predict criminal behaviors. Considering these results the author concludes that delinquency preventive programs must be focused on the specific problems they want to prevent, claiming for specific prevention programs instead of non specific ones.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsiquiatria
dc.subjectPsychiatry
dc.titleFactores de risco e factores de protecção de comportamentos delinquentes em adolescentes do Porto
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
Appears in Collections:FPCEUP - Artigo em Revista Científica Nacional

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