Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/86660
Author(s): Sara Aires Camponez
Title: Casa/Dispositivo Malévolo/Movimento
Issue Date: 2016-10-31
Abstract: The home, a subjective, fragmented and referential entity, is much more than thebuilding(s) [or casing(s)] to which it may come to relate to. This work tries to identify theprocesses that originate the home that we fx onto our personal and collective imagery.In this sense, we make use of what we called narratives of a few study circumstancesthat try to unveil these common processes that make homes expressible in the territory;these common movements that animate and humanize our casings. These notesallow us to formulate, with a certain degree of certainty, the idea of the evil device, amaterial entity that provides previous conditions to the possibilities of appropriation bythe subject, he who ultimately validates space and imprints onto it a sense of hospitalityor interiority.The exercise of freedom of the home is, therefore, attached to the previous constraintsof the device, hence motivating a confrontation between the subject and it'shome-object that we decided to call game. More than an entity that we want to domesticate,the evil device revels its infuence over the ways we build a sense of collectivity,for it also relates to other devices of the same nature. We present, therefore, six gameproposals that try to clarify the constructions that these confrontations originate.Finally, the work tries to defy this differential space that is born from the confrontationof various evil devices, a space that is, in principle, inhabitable but that helpsbuilding collectivity. How can we materialize this space? Is it truly inhabitable?
Description: A casa, entendida enquanto entidade subjectiva, fragmentária e referencial, émuito mais que o(os) edifício(os) [ou invólucro(s)] com que se possa vir a relacionar.O presente trabalho move-se em torno da tentativa de identifcar os processos queoriginam a casa que se fxa no imaginário pessoal e colectivo.Neste sentido, servimo-nos do que chamámos as narrativas de algumas circunstânciasde estudo que tentam descortinar esses processos comuns que tornam ascasas manifestáveis no território; essas movimentações que animam e humanizam oinvólucro. Estes registos permitem-nos formular, com alguma certeza, a ideia de dispositivomalévolo, uma entidade material que fornece a condição prévia às possibilidadesde apropriação do espaço por parte do sujeito, que lhe confere validação última e lhetrabalha um sentido de hospitalidade ou interioridade.O exercício de liberdade da casa vincula-se, pois, aos constrangimentos préviosdo dispositivo, que motiva um confronto entre o sujeito e o seu objecto-casa ao qualdecidimos chamar jogo. Aqui, mais que entidade que se quer domesticar, o dispositivomalévolo revela a sua infuência sobre o modo como se constrói um sentido de colectividade,pois que se relaciona sempre com outros dispositivos da mesma natureza.Surgem, portanto, seis propostas de jogo que nos pretendem clarifcar as construçõesque esses confrontos originam.Finalmente, o trabalho tenta desafar esse espaço diferencial que surge do confrontode vários dispositivos malévolos e que será, à partida, inabitável, mas que ajuda àconstrução de colectividade. Como se pode materializar esse espaço? É ele verdadeiramenteinabitável?
Subject: Artes
Arts
Scientific areas: Humanidades::Artes
Humanities::Arts
TID identifier: 201546515
URI: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/86660
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

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