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dc.creatorMedeiros,Paulo de
dc.creatorEiras, Pedro
dc.date.accessioned2022-09-14T23:20:40Z-
dc.date.available2022-09-14T23:20:40Z-
dc.date.issued2015
dc.identifier.issn2182-8954
dc.identifier.othersigarra:106496
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/84906-
dc.descriptionÉ dessa hipótese de futuro que este número de eLyra trata, ao invocar as relações entre poesia e fim do mundo, simultaneamente entendendo a poesia como testemunho e protesto, como força e vontade. Essas visões outras, não alinhadas ao boçal conformismo tão apregoado como panaceia em tempos de crise, informa os vários ensaios deste número, desde a conexão entre fim do mundo e re-início no ensaio de abertura assinado por Rosa Maria Martelo às "fotografias para o fim do mundo" de Susana Paiva que fecham, sem concluírem de modo algum, o volume. Entre a espectralidade e a ruína, mas também a denúncia e o desejo, a poesia observa o fim do mundo, anunciado mas infinitamente adiado.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectHumanidades
dc.subjectHumanities
dc.titleApresentação [eLyra nº 5]
dc.typeArtigo em Revista Científica Internacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.subject.fosHumanidades
dc.subject.fosHumanities
Appears in Collections:FLUP - Artigo em Revista Científica Internacional

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