Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/82923
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dc.creatorFrias, Joana Matos
dc.date.accessioned2022-09-11T21:59:36Z-
dc.date.available2022-09-11T21:59:36Z-
dc.date.issued2015
dc.identifier.issn1676-515X
dc.identifier.othersigarra:107998
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/82923-
dc.descriptionA partir de uma leitura histórico-crítica do poema Port-Bou, 26-27 de Setembro de 1940, do livro Teatros do Tempo (2001), este ensaio procura reflectir sobre as modalidades da temporalidade específica da poesia de Manuel Gusmão, visando estabelecer um vínculo dialéctico entre essas modalidades tal como se manifestam na obra em estudo e a teoria do tempo e da história proposta pelo próprio Autor enquanto crítico.
dc.description.abstractBased on a historical-critical reading of the poem Port-Bou, 26-27 September 1940, form the book Teatros do Tempo (2001), this essay seeks to reflect on the modalities of the specific temporality of Manuel Gusmãos poetry, aiming to establish a dialectical link between these modes as manifested in the book and in the theory of time and history proposed by the author himself as a critic.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectHumanidades
dc.subjectHumanities
dc.titleQuanto mundo, o tempo: um livro e seus asterismos
dc.typeArtigo em Revista Científica Internacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.identifier.doi10.17851/2359-0076.35.53.41-59
dc.subject.fosHumanidades
dc.subject.fosHumanities
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