Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10216/80405
Author(s): Tiago Pinto Alves Sá
Title: Take-away Architecture: Take Architecture away
Issue Date: 2012-07-17
Abstract: In the beginning, Man was nomadic. Managing to establish roots in a place, in his evolutionaryprocess became sedentary. Does the Man of the future want to be nomadic again?Aren't we regressing to the times when, some on foot, others with packs animals, were loadedwith the supplies they could find in a place and proceeded to the next unknown destination?The difference nowadays, is that we limit ourselves to meet the weight restrictions of any lowcostairline, on arrival at whatever destination we get to, search the architectural "IKEA", and fora negligible cost we can get our cubicle and then we'll be able to set down anywhere we wantwhenever we want.The emergence of this growing globalized society gradually abandoned the tradition of continuityand permanence provoking new approaches to the concept of living, increasingly growing apartfrom questions like roots/origins and cultural identity.In this sense, the mobility, based on new physical and geographical infrastructures, induced a newurban appropriation based on transience, evoking the concept of non-place due to the circumstantialpassage of Man, disturbing the perception of the society as we know it.Then, Take-away architecture relates to a reduction of architecture to the concept of franchising.It's the "do-it-yourself" architecture, an analogy between anrchitecture and the consumer marketof the take-away and fast food.On the other hand, Take architecture away means the absolute reduction of architecture tonothing. It's the extreme of this growing society with no more room to occupy that would be fineto settle anytime, anywhere. It's a future where people simply conform to whatever is already buildand just keep on assembling, overlaying the pre-existence with new forms of living spaces withunpredictable character or imagetic.Nomads developed lightweight portable structures. Sedentary preferred caves, followed by woodand stone constructions. Nowadays the rigidity of the built environment isn't following our needs.Architecture will have to keep up with the Man. If we decide we are destroying the environment westart building ecological. If we see that we are running out of resources we build sustainable. Whatwhen we realize that we need to move faster?Whose should be the disciplines to decide that? Could some kind of interdisciplinary fusion betweendesign, architecture and urbanism solve this issue as it has been solving so far?It's not possible to know in advance what will happen in the future of architecture, but a rigorousanalysis of the past and the constant evolution and renovation of dwelling, may allow us tounderstand some hipothesis of response to the present and future issues for this question.
Description: No princípio o Homem foi nómada. Conseguindo criar raízes a um lugar, no seu processo evolutivotornou-se sedentário. Quer o Homem do futuro quer voltar a ser nómada?Regrediremos aos tempos em que, uns a pé, outros com animais de carga, se armavam com osmantimentos que conseguiam arranjar num lugar e partiam para o próximo em destino incerto?Hoje, limitamo-nos a cumprir as restrições de peso das companhias de aviação "low-cost", àchegada a qualquer que seja o destino procurar o "IKEA arquitectónico" mais perto e, por um custoinsignificante, adquirimos o nosso cubículo que podemos instalar onde quisermos.A emergência desta crescente sociedade globalizada gradualmente foi abandonando a tradição decontinuidade e permanência, provocando novas abordagens ao conceito de vivência, cada vez maisse afastadas de questões como raízes/origens e identidade cultural.Desta forma, a mobilidade, com base em novas infra-estruturas físicas e geográficas, induziu umanova apropriação urbana baseada na transitoriedade, evocando o conceito de não-lugar devido àpassagem circunstancial do Homem, distorcendo a percepção da realidade tal como a conhecemos.Assim, Take-away architecture remete para a redução da arquitetura ao conceito de franchising.É a arquitetura "faça-você-mesmo", uma analogia entre a arquitetura e o mercado consumista dotake-away e do fast food.Por outro lado, Take architecture away significa uma redução absoluta da arquitetura a nada. É oextremo desta crescente sociedade sem mais espaços para ocupar, que se contentará em assentarem qualquer momento, em qualquer lugar.É um futuro onde as pessoas simplesmente se conformarão com o que já está construído e selimitarão a acrescentar, sobrepondo a pré-existência com novas formas de espaços habitáveis decariz e imagética imprevisíveis.Os nómadas desenvolveram estruturas leves e portáveis. Os sedentários preferiram grutas,seguidas de construções de madeira e pedra. Hoje, a rigidez do ambiente construído não consegueacompanhar as necessidades humanas.A arquitetura terá de conseguir acompanhar o Homem. Se nos apercebermos que estamos a destruiro meio ambiente começamos a construir ecológico. Se vemos que começamos a escassear derecursos naturais começamos a construir sustentável. E quando nos apercebermos que precisamosde nos mover ainda mais rápido?Quais serão as disciplinas a decidi-lo? Poderá algum tipo de fusão interdisciplinar entre design,arquitetura e urbanismo resolver esta questão como o tem vindo a fazer até agora?Não é possível anteciparmos qual o futuro da arquitetura, mas uma rigorosa análise do passado,a constante evolução e renovação da habitação, permitir-nos-á perceber algumas hipóteses deresposta aos problemas atuais e futuros desta temática.
Subject: Artes
Arts
URI: http://hdl.handle.net/10216/80405
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
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