Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/80270
Author(s): Susana Cristina Guerreiro dos Santos
Title: Da floresta encantada. O improvavel da linguagem - Pelas margens da arquitectura e literatura  à procura do entre.
Issue Date: 2013-11-06
Abstract: The present dissertation has the aim to roam around some possible ways of gather, or parallelism, between Architecture and Literature. The title, the Enchanted Forest, serves as a motto of deambulation, to find the fundamentals that communicate the relevance of the theme.Through language, we assume the most frank point of contact between the two artistic practices, that not only had singular and independent importance to each one of them, as from the earliest records of antiquity occurs the convocation of architecture clues through literary production. The writing about architecture and the writing of architecture are then themes of closer analysis, through a case study: the city of Venice.In this example in observation are summoned three writers - Lord Byron, John Ruskin and Marcel Proust, as well as three architects - Le Corbusier, Peter Eisenman and John Hejduk. The aim is thus a double analysis of architecture and language, through an outline of two artistic profiles placed here in confrontation.In a third moment, Bernardo Secchi, Álvaro Siza and Joseph Bañón are brought together to illustrate a more contemporary consideration towards literature, the noble form of language, in architectural thinking. This reflection is assumed only as a starting point, being aware that it leaves several questions in the open. However, it resists the defence of an architectural inter-disciplinary thinking, that in all phenomena finds cause for reflection, including the experience from literature.
Description: A presente dissertação tem como intuito desbravar alguns caminhos possíveis, de encontro ou paralelismo, entre a Arquitectura e a Literatura. O título, a Floresta Encantada, serve assim de mote a uma deambulação, para se encontrarem fundamentos que comuniquem a pertinência do tema.Através da linguagem assume-se o ponto mais franco de contacto entre as duas práticas artísticas, que não só teve importância singular e independente para cada uma delas, como desde os primeiros registos da antiguidade se verifica a convocação de vestígios arquitectónicos através da produção literária. A escrita sobre a arquitectura e a escrita da arquitectura são então temas de análise mais aproximada, através de um caso de estudo: a cidade de Veneza.Neste exemplo em observação são convocados três escritores - Lord Byron, John Ruskin e Marcel Proust, como também três arquitectos - Le Corbusier, Peter Eisenman e John Hejduk. Visa-se assim uma análise em desdobramento sobre a linguagem e a arquitectura, através de um esboçar de dois perfis artísticos colocados aqui em confronto.Num terceiro momento, Bernardo Secchi, Álvaro Siza e José Bañón são reunidos para exemplificar uma consideração mais contemporânea sobre a literatura, forma nobre da linguagem, no pensar arquitectónico. Esta reflexão assume-se apenas como um ponto de partida, consciente de que deixa em aberto várias questões. Porém, resiste a defesa de um pensar arquitectónico inter-disciplinar, que em todos os fenómenos encontra motivo de reflexão, inclusive na experiência da literatura.
Subject: Artes
Arts
Scientific areas: Humanidades::Artes
Humanities::Arts
TID identifier: 201546744
URI: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/80270
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
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