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https://hdl.handle.net/10216/80211| Author(s): | Sara Filipa Teixeira Pinto |
| Title: | Hitchcock e a arquitectura |
| Issue Date: | 2012-11-07 |
| Abstract: | How does architecture contribute to the films of Alfred Hitchcock? And how do the spaces that he designs and films help in creating the atmospheres that made his movies famous? This paper proposes a reflection on cinema's architecture, basing itself on Hitchcock's filmography. Gaston Bachelard, in La Poétique de l'Espace , said that the most precious benefaction of the house is that it accommodates dreaming, protects the dreamer, and allows us to dream in peace. However, this safety of the house and the home was something that Hitchcock enjoyed to subvert. To really get in touch with the viewers most primitive emotions, like fear itself, he thought it would be more effective to invert what we would usually consider a safe place. It is said that Hitchcock liked to play the public's emotions like the keys of an organ, but what is interesting is to try to understand how the filmmaker used filmed space and lighting in order to indeed manipulate the human psyque. How did Hitchcock influence the perception of space and of certain architectural elements as well as their symbolic meanings? The bathroom, the tub, and the shower curtain, were never the same after Psycho , nor motels as frightening. Church towers have never been as vertiginous as in Vertigo , or the windows as indiscreet as in Rear Window . |
| Description: | Qual é o contributo da arquitectura no cinema de Alfred Hitchcock? E como é que este criou e filmou os espaços nos seus cenários de forma a gerar determinadas atmosferas e provocar emoções fortes? Esta prova de dissertação propõe uma reflexão sobre a arquitectura do cinema, tendo como campo de estudo a filmografia de Alfred Hithcock. Gaston Bachelard, em La Poétique de l'Espace , dizia que o maior benefício da casa era esta acomodar os sonhos, proteger o sonhador e permitir sonhar em paz. Mas esta "paz do lar" que Bachelar refere, era algo que Hitchcock gostava de contrariar nos seus filmes. Para realmente conseguir tocar nas emoções mais primitivas do espectador, como o medo, o realizador considerava que seria mais eficaz se subvertesse aquilo que normalmente consideraríamos lugares seguros. Hitchcock gostava, de facto, de manipular as emoções do espectador como se fossem teclas de um orgão e, soube usar o espaço, a iluminação e a filmagem para conseguir esta manipulação da psique humana. É importante colocar a questão de como Hitchcock influenciou a percepção dos espaços e de determinados elementos arquitectónicos assim como os significados simbólicos que estes possam ter adquirido. A casa de banho, a banheira, e a cortina de banho, nunca mais foram os mesmos depois de Psycho, nem os moteis envolvidos numa atmosfera tão assustadora. As torres das igrejas nunca foram tão vertiginosas como em Vertigo , nem as janelas tão indiscretas como em Rear Window. |
| Subject: | Artes Arts |
| Scientific areas: | Humanidades::Artes Humanities::Arts |
| DOI: | 10.34626/2mf2-te26 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/80211 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ |
| Appears in Collections: | FAUP - Dissertação |
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| 23609.pdf | Hitchcock e a arquitectura | 21.36 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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