Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/78636
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorBrito, Ana Maria
dc.date.accessioned2022-09-15T14:55:57Z-
dc.date.available2022-09-15T14:55:57Z-
dc.date.issued2015
dc.identifier.issn1890-9639
dc.identifier.othersigarra:100896
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/78636-
dc.descriptionO artigo retoma um tema muito discutido na bibliografia sintática, a questão de saber se o Português Europeu tem alternância dativa. Será proposto que nesta língua há duas estruturas sintáticas basicamente engendradas para as construções ditransitivas e, deste modo, o Português Europeu terá alternância dativa, mas num sentido muito diferente do que tem o Inglês e outras línguas germânicas. Será proposto que não se justifica o nó aplicativo nesta língua e que a preposição é, nas duas construções, o mesmo tipo de preposição, essencialmente um marcador de caso dativo. As razões para a proposta são certos factos de ordem de palavras, anteposição, ligação e escopo.
dc.language.isoeng
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectCiências da linguagem, Línguas e literaturas
dc.subjectlanguage sciences, Languages and Literature
dc.titleTwo base generated structures for ditransitives in European Portuguese
dc.typeArtigo em Revista Científica Internacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.subject.fosHumanidades::Línguas e literaturas
dc.subject.fosHumanities::Languages and Literature
Appears in Collections:FLUP - Artigo em Revista Científica Internacional

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
100896.pdf179.14 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons