Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/74752
Author(s): Ana Catarina Dinis Costa
Title: (In)formar despertadores de projecto, restolho e duração
Issue Date: 2010-12-10
Abstract: The present thesis consists of a search for project arousers, in the definition of strategies to be followed in the processes of aarchitectural production that may certify integration, interaction and play. For that purpose, we consider the scales of landscape, street and components, accepting the influence of phenomena, events and stimulus, essential for the construction of an identity, appropriation and relationship between man and the world.
Description: A presente dissertação consiste numa procura de despertadores de projecto, na definição de estratégias a seguir nos processos de produção arquitectónica que garantam integração, interacção e jogo. Para isso consideram-se as escalas de paisagem, rua e componentes, aceitando a influência dos fenómenos, aconte- cimentos e estímulos, essenciais para a construção de identidade, apropriação e relação do homem com o mundo. Advinda de uma inquietude acerca do exercício da profissão de arqui- tecto, num panorama actual que se cinge a princípios consumistas e ao culto da imagem, pretende-se o encontro de um equilíbrio, a ponderação moderada dos ideais de actuação que atendam à emergência de redefinição de padrões para que não se caia nas teias do progresso dormente ou na cristalização de um pas- sado. Identificou-se o restolho como técnica de observação, de (in)formação daquilo que possa ser uma posição de projecto. Foi assim que se compilaram ob- servações, trabalho de campo, memórias (através do processo de rememoração), estudos de arquitectos que constituem referências; informação reunida, reorga- nizada e reavaliada, num exercício de pré-projecto. A viagem, acção primordial na recolha de experiências e vivências, vê o seu faseamento como conceito que define a estrutura do trabalho. O zero (meto- dologia) é ponto de partida habitado, que reconhece insignificâncias como sig- nificantes; o um (panorama) corresponde ao antes, preparação e constatação de bases que suportam e influem na nossa apreensão; o entre-dois (posicionamen- to) representa o reencontro connosco durante a viagem, balanço nesse vácuo que assiste ao mundo (nós) em movimento; e o dois (concepção) é o destino, constatação do presente e reunião de alertas para um projecto futuro. "La intensidad de la caminata como campo de relaciones demuestra que el hombre no se comunica con las cosas sino con el nudo mucho más amplio y misterioso que las ata." 1 Neste caminhar lúdico, de mirada atenta e porosa, pretende-se uma dia- léctica na interacção arquitecto-habitante, a inscrição num quadro de contempo- raneidade que proponha uma reciclagem do olhar para a reinvenção do fazer. 1 SANTA-MARIA, Luis Martínez, El árbol, el camino, el estanque, ante la casa, Barcelona: Caja de Arquitectos, 2004, p. 85
Subject: Artes
Arts
Scientific areas: Humanidades::Artes
Humanities::Arts
DOI: 10.34626/d2r5-7p82
URI: https://hdl.handle.net/10216/74752
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
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