Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/70597
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dc.creatorClara Pimenta do Vale
dc.date.accessioned2019-02-06T14:35:52Z-
dc.date.available2019-02-06T14:35:52Z-
dc.date.issued2013
dc.identifier.issn1646-9542
dc.identifier.othersigarra:46486
dc.identifier.urihttps://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/70597-
dc.descriptionA arquitetura em cenários pós-catástrofe é vulgarmente designada por arquitetura de emergência. Vale a pena questionar se é correta esta designação. Para além da dificuldade habitual do arquiteto de adjetivar a arquitectura, reduzindo-lhe o âmbito, há questões que devem ser colocadas pelos sentidos diversos que a palavra "emergência" assume; por um lado, de algo que emerge, se torna visível, e por outro, de algo que requer uma re(ação) imediata e urgente. A ação do arquiteto nestes cenários raramente se insere em qualquer um dos dois sentidos, são ações de visibilidade reduzida e requerem tempo de conceção e execução.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectOutras humanidades
dc.subjectOther humanities
dc.titleArquitetura em cenários pós-catástrofe
dc.typeArtigo em Outras Revistas
dc.contributor.uportoFaculdade de Arquitectura
dc.subject.fosHumanidades::Outras humanidades
dc.subject.fosHumanities::Other humanities
Appears in Collections:FAUP - Artigo em Outras Revistas

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