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dc.creatorIvo Poças Martins
dc.date.accessioned2022-09-13T20:20:00Z-
dc.date.available2022-09-13T20:20:00Z-
dc.date.issued2012
dc.identifier.issn1647- 077X
dc.identifier.othersigarra:46513
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/67799-
dc.description.abstractCidade e Campo são já "conceitos vagos" por terem perdido o seu significado mutuamente exclusivo, tal como foram construídos no senso comum. Na representação da paisagem fica então imagem da "faca sem lâmina que se lhe tiraram o cabo". Perde-se a noção dicotómica da anatomia do território: a lâmina pode ser usada como pega e o cabo também serve para cortar. A realidade presente, em crise de identidade, define-se deste modo a partir da redefinição de duas realidades: ausentes e em transformação. O presente artigo pretende oferecer uma visão complementar relativamente à já amplamente discutida questão do urbano extensivo ou, numa abordagem mais recente, do fenómeno de "des-ruralização" do Campo. Procura, através da experiência directa, do levantamento e problematização de situações paradigmáticas, trazer para o debate o papel de formas e dinâmicas rurais que nos dias de hoje ainda têm lugar em contextos urbanos, tomando a cidade do Porto como exemplo.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectHumanidades, Humanidades
dc.subjectHumanities, Humanities
dc.titleA cidade é contínua, O campo continua!
dc.typeArtigo em Outras Revistas
dc.contributor.uportoFaculdade de Arquitectura
dc.subject.fosHumanidades
dc.subject.fosHumanities
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