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https://hdl.handle.net/10216/67329Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Camps, Maria da Conceição de Alves | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2013-07-18T23:19:07Z | - |
| dc.date.available | 2013-07-18T23:19:07Z | - |
| dc.date.issued | 2012 | pt_PT |
| dc.identifier.other | 000222878 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10216/67329 | - |
| dc.description.abstract | No Curso Jesuíta Conimbricense, através da formulação da teoria da visão que Manuel de Góis veiculou no Comentário ao De Anima de Aristóteles (1598), encontra-se descrito o percurso da alma humana desde o visível até ao Invisível. Partindo do visível, ou seja, do objeto adequado da vista, a cor que se manifesta por meio da luz, diáfano em ato, e da espécie sensível, ao casar o que Aristóteles defende no livro comentado e em O Sentido e o Sensível com a tradição peripatética dos seus seguidores e com aportações platónicas e neo-platónicas, Manuel de Góis traça o trajectória da alma humana desde o estádio em que está unida ao corpo até ao estádio em que, após a morte do corpo, se une a Deus. Ao incorporar a espécie sensível no processo visual e ao tornar o visível no cerne da teoria da visão conimbricense, o processo visual assume contornos que transcendem o mero ato de ver, transformando a visão no sentido do conhecimento, já que abre as portas ao intelectual e ao espiritual. Mais do que explicar, mas também explicando, os processos estritamente óticos que conduzem à visão (teorias matemáticas, fisícas e fisiológicas) na esteira da tradição do estudo da ótica em todas as suas vertentes, Manuel de Góis assenta o ato de ver numa dupla finalidade física e metafísica da alma humana que é em si mesma a dupla condição do homem neste mundo, um ser para o mundo e um ser para Deus. Encontrando na visão a chave que abre as portas que ligam dois mundos, Manuel de Góis constrói a ponte entre o material e o imaterial, entre o homem e Deus, reconhecendo à alma um estatuto simultaneamente terreno e transcendente que investe o homem na obrigação de conhecer e explorar, transformando a ciência da alma na ciência das ciências, sem a qual nenhum conhecimento é possível. | pt_PT |
| dc.language | por | pt_PT |
| dc.publisher | Porto : [Edição do Autor] | pt_PT |
| dc.rights | openAccess | pt_PT |
| dc.source.uri | http://aleph.letras.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000222878 | pt_PT |
| dc.subject | Filosofia medieval | pt_PT |
| dc.title | Do visível ao Invisível : a teoria da visão no comentário aos três livros 'Da Alma' do Curso Jesuíta Conimbricense (1598) | pt_PT |
| dc.type | Tese | pt_PT |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Letras | - |
| dc.identifier.doi | 10.34626/nw63-1d05 | - |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Letras | - |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | - |
| thesis.degree.level | 2 | - |
| dc.identifier.isni | https://isni.org/isni/0000000115269166 | - |
| dc.identifier.ror | https://ror.org/043pwc612 | - |
| Aparece nas coleções: | FLUP - Tese | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 000198732.pdf | 1.87 MB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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