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https://hdl.handle.net/10216/67328Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Castilho, Liliana Andrade de Matos e | pt_PT |
| dc.date.accessioned | 2013-07-18T23:18:59Z | - |
| dc.date.available | 2013-07-18T23:18:59Z | - |
| dc.date.issued | 2012 | pt_PT |
| dc.identifier.other | 000222861 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10216/67328 | - |
| dc.description.abstract | "A Cidade de Viseu nos séculos XVII e XVIII - Arquitectura e Urbanismo" tem como escopo compreender a evolução urbana e arquitetónica da cidade de Viseu, numa cronologia que, abrangendo os séculos XVII e XVIII, nos permite completar o quadro da cidade na época moderna iniciado com o nosso trabalho de Mestrado sobre Viseu no século XVI. A urbe que nos propomos estudar é composta, do ponto de vista morfológico, pelo núcleo intramuros e pelos arrabaldes de Cimo de Vila, Regueira e Arco, formulação enunciada já no Numeramento de 1527 e que se vai manter durante o período em análise. Viseu apresenta, à semelhança de muitas outras cidades no país, uma génese que remonta ao período de ocupação romana, mas a sua matriz é, antes de mais, de filiação medieval, gerada em torno do núcleo central da Sé, sede do poder episcopal e cimentada ao longo do atribulado processo de reconquista. As muralhas erguidas já no século XIV vão servir, não para definir o terreno de construção da cidade, mas antes para proteger a cidade já construída das ameaças exteriores, cristalizando assim, morfologicamente, a sua delimitação. A cidade com que nos deparamos no século XVII é ainda, sobretudo, uma cidade intramuros, apesar de se anunciarem já as expansões para os arredores que o século XVIII concretizaria. Dentro da muralha, do ponto de vista da planimetria, a cidade pouco muda em relação ao século XVI e mesmo em relação ao período medieval, mantendo-se a hierarquia da rede viária com as ruas principais ligando entre si as várias portas da muralha ou, estas mesmas portas à Praça da cidade. Articulando estas artérias surgia uma intrincada rede de ruas secundárias, mais estreitas e muitas vezes de implantação mais íngreme, que não possuíam, na maior parte dos casos, topónimos próprios. As principais ruas extramuros, que existiam já no século XVI, (...). | pt_PT |
| dc.language | por | pt_PT |
| dc.publisher | Porto : [Edição do Autor] | pt_PT |
| dc.rights | openAccess | pt_PT |
| dc.source.uri | http://aleph.letras.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000222861 | pt_PT |
| dc.subject | Arquitetura - Viseu (Portugal) - séc. 17-18 | pt_PT |
| dc.subject | Urbanismo - Viseu (Portugal) - séc. 17-18 | pt_PT |
| dc.title | A cidade de Viseu nos Séculos XVII e XVIII : arquitetura e urbanismo | pt_PT |
| dc.type | Tese | pt_PT |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Letras | - |
| dc.identifier.doi | 10.34626/bcdv-8q95 | - |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Letras | - |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | - |
| thesis.degree.level | 2 | - |
| dc.identifier.isni | https://isni.org/isni/0000000115269166 | - |
| dc.identifier.ror | https://ror.org/043pwc612 | - |
| Appears in Collections: | FLUP - Tese | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
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