Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/56574
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dc.creatorLeandro Filipe Oliveira Gomes
dc.creatorJoão Manuel R. S.Tavares
dc.date.accessioned2022-09-07T14:09:38Z-
dc.date.available2022-09-07T14:09:38Z-
dc.date.issued2011
dc.identifier.othersigarra:61935
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/56574-
dc.descriptionNos dias de hoje, são cada vez mais comuns conjuntos de dados de elevada dimensão e complexidade, para os quais os métodos tradicionais de visualização e análise de dados se tornam ineficazes. Vivendo-se num mundo em que o tempo tem um papel cada vez mais crítico no processo de tomada de decisão, podendo influenciar significativamente o sucesso de uma qualquer acção, urge encontrar soluções que satisfaçam eficientemente a necessidade de processamento e análise de informação. Ao analisar a história da Visualização, tem-se uma noção de quão distante é a sua origem, coincidindo praticamente com a origem da humanidade, e quão diversas são as áreas que contribuíram (e contribuem) para seu desenvolvimento. Observando mais em detalhe o processo evolutivo da visualização, começa-se a compreender melhor o que acontece nos dias de hoje. De facto, é fácil perceber que algumas das abordagens actuais são baseadas em metodologias e técnicas de visualização previamente desenvolvidas, mas que foram agora adaptadas às inovações tecnológicas mais recentes. Porém, não se está diante de um ciclo fechado da história; está-se sim novamente no início de uma nova era em termos de visualização. Com efeito, novas abordagens e metodologias começam a ser alvo de novos trabalhos científicos, também impulsionadas pelos recentes avanços tecnológicos. Tais avanços tecnológicos são novamente propulsores desta nova fase, mas a grande preocupação está agora voltada para os factores humanos aplicados a novas metodologias científicas de visualização. Destes factores, merecem destaque a visão, a percepção e a cognição, mas têm surgido também pesquisas ao nível do tacto e da audição. Através do sistema visual, a percepção humana desempenha um papel importante na área da visualização, auxiliando os processos cognitivos. Assim, considerar factores da percepção visual humana no desenvolvimento de ferramentas computacionais de visualização de dados complexos e elevada dimensão, assume um papel fundamental com grande interesse científico e até para a comunidade em geral. Em muitos momentos na evolução da Visualização, o design, a percepção e a cognição foram também factores relevantes, mesmo quando aplicados empiricamente. Neste momento, a formalização de estudos que se foquem nestas áreas são bem-vindas e necessárias, uma vez que existem inúmeras possibilidades de investigaç�\xA3o que envolvem a intersecção destas áreas que se complementam. Em suma, este artigo é motivado pelo actual interesse na visualização de informação e nas linhas de investigação que vêm explorando a representação de dados através de princípios da percepção; princípios estes que facilitam o processo cognitivo de análise das informações envolvidas. Assim, são revistas teorias e metodologias para visualização de grandes volumes de dados baseadas em princípios de percepção humana.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofActas do 10º Congresso Iberoamericano de Engenharia Mecânica (CIBEM 10)
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectEngenharia mecânica
dc.subjectMechanical engineering
dc.titlePercepção humana na visualização de grandes volumes de dados
dc.typeArtigo em Livro de Atas de Conferência Internacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Engenharia
dc.subject.fosCiências da engenharia e tecnologias::Engenharia mecânica
dc.subject.fosEngineering and technology::Mechanical engineering
Appears in Collections:FEUP - Artigo em Livro de Atas de Conferência Internacional

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